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![]() Lisboa (KAP) Em meio aos recentes acontecimentos, a KAP ouviu o General Dunlop Kalfani Torre, comandante do II Exército Real e uma das figuras centrais na condução das operações militares em defesa da unidade nacional. Com a consolidação da presença legalista na Guarda e o fim do cerco que se prolongou por semanas, o nome de Dunlop passou a ocupar lugar central tanto nos relatórios militares quanto no debate público, sendo visto, por apoiadores e críticos, como símbolo da resposta armada da Coroa aos movimentos separatistas. Nesta entrevista, o General revisita as origens políticas do conflito no Norte, detalha as circunstâncias que o levaram da oposição civil ao comando militar, responde às acusações de rigidez excessiva e expõe sua visão sobre legitimidade, soberania e o papel das forças estrangeiras na escalada da guerra. Ao longo de suas respostas, Dunlop constrói uma narrativa que apresenta o conflito não como fruto de ambição pessoal, mas como consequência inevitável de rupturas institucionais, perseguições políticas e daquilo que classifica como uma afronta direta à autoridade da Coroa. A seguir, a íntegra da entrevista concedida à Kingdoms Associated Press. KAP - Vossa Senhoria assumiu a liderança militar num dos momentos mais delicados da história recente de Portugal. Como descreve o cenário que encontrou ao assumir o comando e quais foram suas primeiras preocupações estratégicas? Dunlop - Antes de mais, é fundamental compreender o que nos trouxe até este ponto e porque atravessamos um dos momentos mais delicados do Reino nos últimos tempos. Tudo começou quando percebi que havia no Condado do Porto lacunas graves de governação que exigiam uma mudança estrutural. Na altura a forma que encontrei para promover uma mudança positiva foi a formação de uma lista para concorrer ao Conselho do Condado do Porto, com o objetivo de dar ao Condado vozes novas e outras formas de pensar. À época, não existia verdadeira oposição, nem debate, votações ou relatórios; o Condado era gerido por e para uma única pessoa. Infelizmente, nada mudou. Pelo contrário, a situação agravou-se: sempre que os erros eram assinalados, o regime respondia com maior fechamento e afastamento sistemático dos seus opositores. Paradoxalmente, aqueles que em público acusam outros de intolerância face a opiniões divergentes são precisamente os que, no Porto, silenciaram toda a dissidência — talvez falem de si próprios. Seguiu-se então uma perseguição aberta a todos os que ousaram pensar de forma diferente, recorrendo inclusive a processos judiciais para os intimidar, prender e silenciar. Por fim, esse percurso culminou na guerra. Foi este contexto que me levou a assumir a liderança militar. Não por ambição pessoal, mas porque o regime do Condado do Porto não deixou qualquer outra alternativa. Não fomos nós que escalamos o conflito até este ponto; porém, face às ações do outro lado, essa tornou-se a única resposta possível. Assumir o comando militar é apenas mais uma etapa na defesa dos princípios em que eu e os meus companheiros acreditamos. É uma honra e uma grande responsabilidade representar a Coroa de Portugal à frente de um exército composto por gentes do Norte do Reino. As nossas preocupações estratégicas centram-se exclusivamente no cumprimento dos desígnios da Coroa e na obtenção dos recursos necessários para garantir que Portugal permaneça uno e indivisível. KAP - A retomada e manutenção de Guarda sob controle da Coroa tornaram-se símbolo de resistência institucional. Quais fatores — militares, logísticos e humanos — foram determinantes para o êxito dessa operação? Dunlop - Não, não vejo a questão dessa forma. A tomada e manutenção da Guarda não é um símbolo de resistência institucional, são apenas ações estratégicas de guerra. Com um objetivo específico e que não irei aqui decifrar. Estamos apenas a seguir a estratégia do Reino de Portugal. A real resistência institucional são os súditos da coroa que trabalham e lutam incansavelmente para manter o nosso reino, os nossos costumes, a nossa língua e o nosso povo unidos. E isso é o que foi mais determinante para obtermos êxito no nosso objetivo, que vai muito além de tomar e manter a povoação de Guarda. KAP - Ao longo do conflito, surgiram narrativas que descrevem sua atuação ora como firme e necessária, ora como excessivamente dura. Como o senhor responde a essas leituras e como define os limites entre autoridade, disciplina e coerção em tempos de guerra? Dunlop - Narrativas são postas à prova diante da realidade, diante dos factos. Tudo o que fiz foi seguir aquilo que acredito, mantendo-me na linha daquilo que eu entendi ser o certo, a moral, os bons costumes, a ponderação, a imparcialidade da justiça e principalmente a verdade. Eu não preciso de responder às leituras dos outros. O limite de tudo é a verdade. Eu sigo isso e é a verdade que me trouxe até aqui, até agora, neste lugar e neste momento. Eu escolhi seguir a essência do que é a verdade, do que é certo, da moral, da tradição e dos bons costumes. Outros seguiram a ganância, a sede de poder e a vaidade. O caminho que escolhi é penoso, mas é mais simples e traz paz de espírito, contentamento e equilíbrio. KAP - Vossa Senhoria tem sido apontado como um dos pilares da estabilidade militar do Reino. Em sua avaliação, quais erros estratégicos cometeram os movimentos separatistas que os conduziram à atual fragilidade operacional na Guarda? Dunlop - Eu não poderia ajudar a corrigir os erros daqueles que me puseram como inimigos. O que poderia dizer é que o erro está na ganância e na vaidade. KAP - A presença de forças estrangeiras e de alianças externas no conflito foi amplamente debatida. Como o senhor avalia o impacto dessas intervenções na escalada do conflito e na legitimidade das lideranças rebeldes? Dunlop - Não existe legitimidade nas lideranças rebeldes, justamente por serem rebeldes. A legitimidade está na coroa e na união do povo com a coroa, isso é o que faz Portugal ser um reino. Forças estrangeiras sempre atuaram em situações militares de grande ou pequeno porte. Em grande ou pequena escala. Às vezes até de forma imperceptível. A realidade é que se não fossem essas forças estrangeiras a atuarem no Porto e em Coimbra, não existiriam forças ou lideranças rebeldes. Não teriam força. O que lhes deu coragem foi o suporte estrangeiro. Todas as nações inimigas dos nossos inimigos estão convidadas para lutar pela liberdade e pela verdade. KAP - Muitos apontam que a guerra não se trava apenas no campo de batalha, mas também no campo simbólico e moral. De que forma o II Exército Real trabalhou — ou ainda trabalha — para preservar a confiança da população civil em meio à instabilidade? Dunlop - Trabalhamos a favor da verdade, da justiça e da honra. E não existem narrativas que possam vencer isso. No campo de batalha das narrativas, nós já vencemos. Podem gritar, espernear e fazer todo tipo de cena em Praça Pública. Estamos em concordância com a legitimidade do povo de Portugal. Isso é que gera confiança na população. E é mútua. Nós também confiamos no povo português e na sua força. KAP - Houve momentos em que a via diplomática pareceu possível, mas acabou superada pelo confronto armado. Em retrospecto, acredita que ainda existia espaço real para negociação ou o conflito tornou-se inevitável? Dunlop - Sempre estivemos abertos para dialogar, no entanto os nossos adversários políticos nos promoveram a inimigos e se auto promoveram a inimigos da Coroa de Portugal, escalaram a situação sempre que sentiram a derrota a chegar. A unidade do Reino de Portugal, o respeito à coroa de Portugal e o expurgo de criminosos e o arcar com as consequências de seus atos diante da real justiça não são negociáveis. Penso ser praticamente impossível que os nosso atuais inimigos voltem atrás. A guerra é a continuação da política por outros meios. Nós estávamos centrados nos debates e na fiscalização, enquanto oposição, mas uma vez derrotados, eles precisaram de encontrar outros meios como a mentira, a calúnia, a perseguição, a injustiça e por fim, a guerra. KAP - A presença do Exército Real em territórios sensíveis despertou temores e expectativas. Como Vossa Senhoria equilibra a necessidade de segurança com o respeito às populações locais e às autonomias históricas dos condados? Dunlop - Estamos a trabalhar justamente para manter as autonomias históricas dos condados e das povoações. O povo de Portugal está unido. Quem se queixa das movimentações e torna isso um problema, no meio de uma guerra de sobrevivência, não está preocupado com Portugal, está a trabalhar para os criminosos. KAP - Do ponto de vista estratégico, que lições esta guerra impôs às forças regulares do Reino? Houve mudanças doutrinárias, estruturais ou operacionais a partir dessa experiência? Dunlop - Todos sabem a situação do reino com relação à unidade política, trabalho em conjunto entre os condados e recursos humanos. O conflito contra esses grupos dissidentes e separatistas tem gerado um forte sentimento de união e defesa do reino de Portugal, reavivando a alma portuguesa. KAP - Por fim, como comandante e como homem público, que mensagem deseja deixar aos portugueses — tanto aos que permaneceram leais à Coroa quanto àqueles que hoje se encontram em oposição — sobre o futuro do Reino e o papel do Exército que você comanda na reconstrução da paz? Dunlop - Não existem opositores da Coroa, existem rebeldes separatistas, por isso inimigos do Reino de Portugal e do povo português. Aos súditos da coroa digo: o Reino perdurará e vencerá. Aos inimigos: enquanto existir um português com a chama da esperança acesa, Portugal manter-se-à de pé. O Futuro a Jah pertence e a vontade d'Ele é que o Reino de Portugal perdure e carregue seu nome. O nosso papel é restaurar o Reino de Portugal em nome da Coroa portuguesa e do povo português. A Coroa é e deve ser a vontade do povo português. Ao final da conversa, o General Dunlop reafirma uma leitura do conflito marcada por linhas nítidas: de um lado, a Coroa e aqueles que considera súditos legítimos do Reino; de outro, grupos que define como rebeldes, separatistas e inimigos da unidade nacional. Em suas palavras, não há espaço para ambiguidades nem para concessões políticas que relativizem a soberania portuguesa. A guerra, segundo sustenta, tornou-se a continuação inevitável de um processo de ruptura iniciado muito antes dos primeiros confrontos armados. Mais do que um balanço militar, suas respostas revelam uma visão moral e quase existencial do embate em curso, em que conceitos como verdade, honra, tradição e fé ocupam papel central na legitimação da ação armada. Para Dunlop, a reconstrução da paz passa, necessariamente, pela restauração plena da autoridade da Coroa e pelo que chama de expurgo das forças que ameaçam a coesão do Reino. A entrevista encerra-se com uma mensagem direta aos portugueses: a convicção de que Portugal resistirá enquanto houver quem sustente a chama da unidade. Cabe agora ao tempo, e aos desdobramentos do conflito, revelar se essa visão prevalecerá como fundamento da paz futura ou como capítulo decisivo de uma guerra que redefiniu, de forma profunda, o destino do Reino. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. ![]() Lisboa (KAP) Em um dos momentos mais delicados da história recente do Reino de Portugal, marcado por guerras internas, disputas de legitimidade e profundas tensões sociais, a Kingdoms Associated Press ouviu o novo Conde de Lisboa, Afonso Cremonesi Highlander Silva, Visconde de Mafra e Arcebispo Metropolitano de Lisboa. Recém-eleito para governar o principal Condado do Reino, Cremonesi reúne em sua trajetória duas dimensões que raramente caminham juntas em tempos de crise: a liderança espiritual e a responsabilidade administrativa. Filho de uma tradição política e religiosa profundamente enraizada em Lisboa, o novo Conde assume o cargo após a transição conduzida por sua mãe, Lady Bela, em meio a um cenário de incertezas e expectativas. Nesta entrevista, Cremonesi reflete sobre sua vocação eclesiástica, o desafio de governar em tempos de guerra, os limites entre fé e poder temporal, a possibilidade (ou não) de reconciliação nacional e o futuro que vislumbra para Portugal após o conflito. A seguir, a íntegra da entrevista concedida à KAP, na qual o novo Conde de Lisboa expõe sua visão com franqueza, sobriedade e forte apelo à responsabilidade individual e coletiva. KAP - Vossa Excelência possui uma trajetória singular, marcada tanto pela vida eclesiástica quanto pelo exercício da administração civil. Poderia compartilhar conosco os marcos fundamentais dessa caminhada e como ela o conduziu, naturalmente, ao cargo de Conde de Lisboa? Afonso Cremonesi - Para os que me conhecem, sabe que a vida eclesiástica sempre foi a minha vocação, desde os tempos que era morador de Crato. Foi de facto por lá que tudo se iniciou, como pároco da povoação e posteriormente, prefeito também. Ajudar as pessoas para além do caminho de Jah era algo que eu também almejava. A vinda para Lisboa fez florescer tudo, principalmente porque minha mãe e minha irmã já faziam parte do conselho e foi quando recebi o convite, desde então, tudo tem fluído de forma natural. KAP - Como Arcebispo Metropolitano, Vossa Excelência exerce liderança espiritual sobre fiéis em tempos de profunda instabilidade. De que forma a fé e a doutrina orientam suas decisões enquanto governante temporal? Afonso Cremonesi - As vezes é desafiante ter de separar o governo da fé que carrego comigo. Porém há preceitos que a vida religiosa ensinou-me e que na vida política acabam por ser instrumentos valiosos, acima de qualquer coisa, a verdade, a honestidade e o respeito pelo próximo. Não estou a falar que é fácil, mas a vida sob os ensinamentos do Altíssimo me fazem pensar antes de tomar decisões. Talvez seja um pouco disso que esteja a faltar nas pessoas: pensamentos mais positivos e a fé. KAP - A eleição de Vossa Excelência ocorre em um momento delicado para o Reino, marcado por conflitos internos e tensões externas. Como recebeu essa responsabilidade e quais foram suas primeiras reflexões ao aceitar governar Lisboa? Afonso Cremonesi - A decisão partiu a minha amada mãe, Lady Bela. Ela é a minha maior fonte de inspiração. Depois de muitas conversas ela achou que estava na hora de passar o bastão e de assumir outras responsabilidades. Sei que não estarei sozinho e por isso aceitei a responsabilidade. Lidar com pessoas é desafiante, lidar com pessoas num cenário de guerra é ainda mais. Não sei como será o meu governo, mas eu espero conseguir administrar com sabedoria e com o apoio de todos os conselheiros e do povo. KAP - Quais são, neste momento, as principais prioridades administrativas do Condado de Lisboa sob sua liderança? Que medidas julga essenciais para garantir estabilidade, segurança e bem-estar à população? Afonso Cremonesi - As prioridade são as mesmas de sempre, elas não mudam, mas dentre todas a segurança do povo lisboeta está sempre à frente. Assegurar que todos consigam trabalhar, comer e ter a segurança de viver num governo justo e igualitário. KAP - A guerra recente impactou profundamente o tecido social e político do Reino. Como Vossa Excelência avalia os efeitos do conflito sobre Lisboa e quais lições acredita que devam ser extraídas desse período conturbado? Afonso Cremonesi - Eu vejo que o cenário de hoje é apenas reflexo de algo que já vem acontecendo a muito tempo. A diferença é que agora o copo transbordou e o que caiu não tem como retornar. Essa guerra é algo bem triste e lamentável, ao meu ver. As diferenças sempre existiram e sempre irão existir, cada um é protagonista da própria historia, na minha eu sou o herói e tu és o vilão, na sua é o contrário. O grande problema na verdade está como as pessoas sabem lidar com as diferenças quando essa não lhe é favorável. Mentiras, manipulação, ofensas, não deveriam ser algo natural mas nos últimos tempos é apenas isso que vemos. Que lições podemos tirar de tudo isso? Não sei bem dizer, acho que essa lição vai ser escrita ao longo do tempo e cada um vai absorver de forma muito particular. KAP - A relação entre a autoridade civil e a autoridade espiritual costuma ser delicada em tempos de crise. Como Vossa Excelência equilibra esses dois papéis — o de pastor e o de governante — sem que um se sobreponha indevidamente ao outro? Afonso Cremonesi - Por enquanto ainda não tenho observado grandes dificuldades e interesses conflitantes. Eu sempre fui uma pessoa que preza pelo bem do próximo e preocupo-me sinceramente se o que eu faço é usado de exemplo para o outro. Como disse anteriormente, eu sigo os preceitos de Jah, sou um homem honesto e respeitoso e minha vida política é toldada nisso, portanto não há muitos desvios. O que é certo nunca vai deixar de o ser. Entretanto, para todos aqueles que não conseguem ter essa força espiritual e emocional, pode ir ao confessionário e frequentar as missas. Há sempre uma palavra de conforto nos ensinamentos do Senhor. KAP - Muitos cidadãos veem em Vossa Excelência uma figura de conciliação e estabilidade. Na sua visão, ainda é possível promover reconciliação entre os diferentes grupos que hoje se encontram em lados opostos do conflito? Afonso Cremonesi - Não há como haver meios de conciliação quando todos os lados acham que estão com a razão. Quem está certo afinal? Muito se fala em conciliação, mas quem de facto está disposto à isso? Eu posso afirmar apenas por mim, e como homem da fé sempre estarei pelo caminho da conciliação. Mas não basta apenas palavras, tem de ser algo verdadeiro, sentido nas atitudes, infelizmente o que assistimos é um palco dos horrores com um espetáculo de baixíssima qualidade, todo mundo gritando, todos querendo mandar e tudo a pegar fogo. KAP - A Coroa tem buscado reafirmar a unidade do Reino diante de movimentos separatistas. Qual deve ser, na sua opinião, o papel de Lisboa nesse processo de recomposição nacional? Afonso Cremonesi - Lisboa segue firme em suas convicções. Somos lisboetas mas estamos e fazemos parte do reino de Portugal. Ao meu ver é uma blasfémia o povo português aceitar tamanho ultrage à unidade do reino. A postura da Rainha Sofia, paz à sua alma, foi correcta. A quem não consiga enxergar mas era o dever dela como representante do Reino de Portugal manter a unidade dos territórios, portanto, não vejo suas atitudes e acções como incorretas. Para a Igreja nada muda, o que na prática não consigo ver deste jeito, mas as coisas são como são. KAP - Em termos de futuro, que tipo de Reino Vossa Excelência deseja ajudar a construir após o término dos conflitos: politicamente, espiritualmente e socialmente? Afonso Cremonesi - A resposta mais clichê de sempre, mas no meu olhar eu vejo Portugal como uma chávena partida, por mais que se colem os pedaços, as marcas da rutura sempre ficarão evidentes. Politicamente Portugal se usasse toda essa energia que está a ser aplicada em conflitos internos para alavancar riqueza e prosperar, seria um reino imparável. Espiritualmente, que as pessoas tenham liberdade e vontade de se dedicarem à vida espiritual, trilhado nos ensinamentos do Altíssimo. Socialmente, que houvesse respeito e bom senso das pessoas, principalmente em rp. Parece que se perdeu com o tempo todo o civismo e a parte leve e divertida que se tinha ao vir para o jogo, que era socializar nas tascas, ir ao fórum e fazer bons rp's sem que tudo fosse deturpado e podre. KAP - Por fim, que mensagem gostaria de dirigir aos lisboetas e aos portugueses em geral, especialmente àqueles que vivem a angústia da guerra e anseiam por paz, estabilidade e justiça? Afonso Cremonesi - Nada está perdido. Lisboa sobreviveu à muitas adversidades, Coimbra em tempos passados também. Nada dura para sempre. As pessoas mudam, o tempo muda. Portanto, dê o seu melhor e mesmo que faça pouco, é melhor do que não fazer nada. Todo mundo é importante e como se diz, a união faz a força! Ao longo da entrevista, Afonso Cremonesi Highlander Silva constrói uma imagem de governante que reconhece a gravidade do momento histórico sem recorrer a discursos triunfalistas ou simplificações fáceis. Suas palavras revelam consciência dos limites da autoridade, tanto civil quanto espiritual, diante de uma sociedade fragmentada, na qual a conciliação se apresenta como ideal desejável, mas difícil de alcançar quando cada parte se considera detentora absoluta da razão. O novo Conde de Lisboa não promete soluções imediatas nem nega as cicatrizes deixadas pelo conflito. Ao contrário, compara o Reino a uma peça quebrada, cujas fissuras permanecerão visíveis mesmo após qualquer tentativa de recomposição. Ainda assim, defende a permanência de valores como honestidade, respeito, fé e responsabilidade cívica como fundamentos mínimos para que Portugal possa, com o tempo, reencontrar estabilidade. Sua mensagem final, dirigida tanto aos lisboetas quanto a todos portugueses, aposta menos na vitória de um lado e mais na persistência coletiva: a ideia de que nada está definitivamente perdido e de que cada gesto, por menor que pareça, contribui para a reconstrução do tecido social. Em meio à guerra, o Conde de Lisboa apresenta-se, sobretudo, como um administrador do possível, consciente de que o futuro do Reino dependerá menos de palavras e mais das atitudes que se seguirão a elas. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. ![]() Lisboa (KAP) Os acontecimentos mais recentes no conflito que atravessa o Reino de Portugal indicam uma mudança sensível de fase, tanto no plano militar quanto no discursivo. Entre os dias 18 e 29 de dezembro de 1473, registraram-se alterações relevantes no controle territorial, o encerramento de um dos mais longos cercos da guerra e o endurecimento das narrativas públicas adotadas pelas lideranças em disputa. Após a morte da Rainha Sofia, em 18 de dezembro, o conflito entrou numa fase de reorganização acelerada das correlações de força, marcada por iniciativas ofensivas quase imediatas. Em 29 de dezembro de 1473, a cidade de Alcobaça, que havia sido conquistada e administrada por forças legalistas, foi retomada por contingentes separatistas associados ao comando de Coimbra. A operação não apenas reverteu um ganho estratégico recente da Coroa, como também devolveu aos separatistas um eixo logístico relevante no centro do território, permitindo-lhes recuperar capacidade de projeção militar e simbólica. A retomada de Alcobaça passou a ser apresentada, nas comunicações separatistas, como sinal de vitalidade operacional e de contestação direta à narrativa de enfraquecimento do movimento após semanas de desgaste. Em contrapartida, no extremo oposto do teatro de operações, o prolongado cerco à cidade da Guarda chegou oficialmente ao fim. Após dezenas de dias de pressão contínua, as forças leais ao Reino conseguiram consolidar o controle da cidade, não havendo, até o presente momento, indícios de novos contingentes hostis posicionados diante das muralhas da cidade. A estabilização da Guarda representa um marco defensivo relevante para o esforço legalista, tanto pela sua posição estratégica quanto pelo valor simbólico adquirido ao longo do cerco. Fontes militares, contudo, adotam cautela ao avaliar o cenário, classificando-o como “estável, mas fluido”, e não descartam a possibilidade de novas tentativas de pressão ou manobras indiretas no médio prazo. Paralelamente aos fatos em campo, o debate público intensificou-se com a divulgação, por outro jornalista da KAP, de uma entrevista com Susaku, líder separatista por Coimbra, comandante da Legio Victrix e atualmente apresentado como Conde de Coimbra, após a retomada de Alcobaça. Na entrevista, Susaku adota uma narrativa frontalmente contestatória à existência do Reino, afirmando que “o Reino está morto”, negando a legitimidade das forças legalistas e declarando intenção de avançar sobre novos alvos, incluindo Lisboa. O líder separatista também rejeita as acusações recorrentes de ingerência estrangeira organizada, distinguindo a Legio Victrix de outras entidades citadas no debate público e afirmando atuar dentro de uma lógica própria, ainda que reconheça relações de amizade e cooperação. No mesmo tom, minimiza o impacto do tratado recentemente assinado entre Portugal e Castela e Leão, declarando não reconhecer a existência efetiva de um reino português unificado no momento atual. Do lado legalista, autoridades e analistas reiteram que os fatos jurídicos e diplomáticos permanecem válidos, incluindo o reconhecimento internacional da unidade portuguesa, enquanto classificam as declarações separatistas como parte de uma estratégia de guerra psicológica e afirmação política. Destacam ainda que o controle efetivo de cidades como Guarda demonstra a continuidade da capacidade operacional do Reino, apesar das perdas recentes. Assim, o conflito entra em um estágio marcado por contrastes evidentes: de um lado, a reafirmação institucional e diplomática da unidade nacional; de outro, a consolidação de discursos separatistas que negam essa mesma ordem e anunciam uma reorganização territorial alternativa. No terreno, avanços e recuos seguem redefinindo posições, enquanto, no plano simbólico, a disputa por legitimidade assume contornos cada vez mais explícitos. A KAP continuará acompanhando os desdobramentos militares, políticos e diplomáticos, comprometida em registrar os fatos, contextualizar as narrativas em circulação e oferecer ao público uma leitura equilibrada de um conflito que segue em transformação. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? 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Depois de as suas forças terem empurrado Kokkas para trás das muralhas de Alcobaça e de declarar a cidade conquistada, Susaku diz que a fase das advertências terminou e que o próximo passo será levar a campanha até ao coração do poder que, nas suas palavras, ficou isolado e à beira do colapso. Nesta entrevista, o líder militar fala do avanço em Leiria Alcobaça, responde às acusações de “estrangeiros” e esclarece a relação com a ONE, assumindo proximidade sem confundir objetivos. Aponta responsabilidades às antigas chefias, rejeita a ideia de um Reino ainda de pé e descreve o que pretende construir a seguir: uma nova ordem sustentada por aliados, reforços a caminho e a promessa de que Lisboa voltará a ser povoada e disputada. No fim, repete a frase que quer que fique registada: em breve tomará o castelo deles. Como líder militar na frente de Leiria–Alcobaça, o que nos pode dizer sobre os últimos avanços, agora que as suas forças empurraram as de Kokkas a refugiarem-se atrás das muralhas de Alcobaça? Kokkas tem tropas? Elas foram expulsas e enviadas de volta para Lisboa, uma vergonha da parte delas. O reino está morto. Alcobaça foi conquistada. Sua jornada para fora da cidade terminou. Lembrem-se desta frase: Em breve tomarei o castelo deles. Certos políticos e altos comandos militares não param de afirmar que vêm estrangeiros e gente da ONE para dividir o Reino. O que é que acha disso? O Porto foi finalmente entregue aos seus verdadeiros habitantes. Assim como Coimbra continua viva nesta era ítalo-portuguesa onde todos sabem colaborar. Há muito tempo, essas pessoas que hoje nos chamam de "estrangeiros" pediram e imploraram pela nossa ajuda. Porque Kokkas estava injustamente indicando seus amigos tanto para Coimbra quanto para o Porto. Agora todo Portugal conhece o poder da Legio Victrix. E como Kokkas é pequeno e insignificante. ONE? Não somos o mesmo grupo. Somos amigos, mas cada um tem seus próprios objetivos; você deveria perguntar a eles, não a mim. Eu represento algo diferente. Agora que o reinado de Sofia acabou e que os reinados de Damienn e Anxo também foram conturbados, quem acha que é o principal culpado pela ruptura do Reino de Portugal? Quem governou com a Rainha Sofia. Ninguém buscou o diálogo, todos se vangloriavam de sua força. Perderam tudo: credibilidade, dignidade, respeito. Não têm mais acesso às suas casas, não têm mais navios no mar. O Reino não existe mais. Até que eu ouça suas desculpas, destruirei tudo. Mantendo este estado. O que acha do acordo assinado entre o Reino de Portugal e o Reino de Castela e Leão sobre as fronteiras do Norte e a unidade de Portugal? Existe algum reino em Portugal? Por favor, indique-o, pois não o vejo. Há duas nações aliadas e depois Lisboa, uma nação esquecida, isolada e à beira da extinção. Agora que estamos no período de Regência, como vê o futuro do Reino de Portugal? Querem saber o futuro? Meus amigos chegarão. Meus colaboradores. Conquistaremos Lisboa e traremos muita gente para viver lá. Não haverá um só reino, mas três nações amigas que colaborarão para tornar estas terras fortes e temíveis. Longe do que agora é governado por palhaços e bobos da corte. Os sapos emigrarão; vocês já podem ver como são inúteis. Em breve tudo acabará. Não falta muito. No começo, pensaram que eu estava brincando. Quem sabe se agora estão começando a acreditar em mim? Legio Victrix Aeterna. Susaku. Brigal para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. 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| Product | Price | Variation |
| Loaf of bread | 4.56 | -0.28 |
| Fruit | 9.92 | 0 |
| Bag of corn | 3.7 | 0.87 |
| Bottle of milk | 9.48 | 0.11 |
| Fish | 20.26 | 0.06 |
| Piece of meat | 12.25 | 0.13 |
| Bag of wheat | 10.89 | -0 |
| Bag of flour | 12.88 | 1.64 |
| Hundredweight of cow | 20.53 | 0.33 |
| Ton of stone | 10.44 | -0 |
| Half-hundredweight of pig | 15.41 | 0.05 |
| Ball of wool | 10.86 | -0.14 |
| Hide | 16.32 | -0.06 |
| Coat | 49.5 | 0 |
| Vegetable | 9.38 | -0.18 |
| Wood bushel | 4.19 | 0.08 |
| Small ladder | 20.18 | 0 |
| Large ladder | 68.02 | 0 |
| Oar | 20 | -0 |
| Hull | 36.49 | 0 |
| Shaft | 8.16 | -0.14 |
| Boat | 99.33 | 0.63 |
| Stone | 18.32 | -0.11 |
| Axe | 150.74 | 0 |
| Ploughshare | 38.44 | 0 |
| Hoe | 30 | 0 |
| Ounce of iron ore | 11.52 | 0.2 |
| Unhooped bucket | 21.88 | 0 |
| Bucket | 37.73 | 0 |
| Knife | 17.89 | 0 |
| Ounce of steel | 49.04 | -0.06 |
| Unforged axe blade | 53.91 | 0 |
| Axe blade | 116.44 | 0 |
| Blunted axe | 127.79 | -2.51 |
| Hat | 53.38 | 0.08 |
| Man's shirt | 119.57 | 0.12 |
| Woman's shirt | 121.14 | 0 |
| Waistcoat | 141.4 | 0 |
| Pair of trousers | 74.61 | -0.09 |
| Mantle | 257.82 | 0 |
| Dress | 265.04 | -0.2 |
| Man's hose | 45.63 | -0 |
| Woman's hose | 44.32 | 0 |
| Pair of shoes | 27.53 | -0.01 |
| Pair of boots | 86.57 | 0 |
| Belt | 45.2 | -0 |
| Barrel | 12.02 | 0 |
| Pint of beer | 0.82 | 0 |
| Barrel of beer | 66.51 | 2.5 |
| Bottle of wine | 1.66 | 0 |
| Barrel of wine | N/A | N/A |
| Bag of hops | 19.34 | 0 |
| Bag of malt | 10 | 0 |
| Sword blade | 101.19 | 0 |
| Unsharpened sword | 169.69 | 0 |
| Sword | 146.48 | -0.07 |
| Shield | 36.91 | 0 |
| Playing cards | 73.55 | -0 |
| Cloak | 180.72 | 0 |
| Collar | 68.35 | -0.06 |
| Skirt | 135.35 | 0 |
| Tunic | 222.36 | 0 |
| Overalls | 115.73 | 0 |
| Corset | 117.2 | 0 |
| Rope belt | 53.86 | 0 |
| Headscarf | 60.73 | 0 |
| Helmet | 164.91 | 0 |
| Toque | 48.61 | 0 |
| Headdress | 79.65 | 0 |
| Poulaine | 64.02 | 0 |
| Cod | 11.36 | 0 |
| Conger eel | 12.81 | 0 |
| Sea bream | 18.31 | 0 |
| Herring | 17.43 | 0 |
| Whiting | 17.42 | 0 |
| Skate | 12.16 | 0 |
| Sole | 18.11 | 0 |
| Tuna | 12.51 | 0 |
| Turbot | 18.02 | 0 |
| Red mullet | 16.53 | 0 |
| Mullet | 12.47 | -0 |
| Scorpionfish | 20.5 | 0 |
| Salmon | 16.51 | 0 |
| Arctic char | 12 | 0 |
| Grayling | 14.77 | 0 |
| Pike | 17.6 | 0 |
| Catfish | N/A | N/A |
| Eel | 15.09 | 0 |
| Carp | 17.98 | 0.03 |
| Gudgeon | 17.68 | -0.04 |
| Trout | 17.51 | 0 |
| Pound of olives | 13.38 | 0 |
| Pound of grapes | 9.18 | 0 |
| Sack of barley | 10.67 | 0 |
| Half-hundred weight of goat carcasses | 18.99 | 0 |
| Bottle of goat's milk | 12.81 | 0 |
| Tapestry | 143.6 | 0 |
| Bottle of olive oil | 121.94 | -0 |
| Jar of agave nectar | N/A | N/A |
| Bushel of salt | 19.89 | 0 |
| Bar of clay | 3.43 | -0 |
| Cask of Scotch whisky | 93.32 | -0 |
| Cask of Irish whiskey | 131.27 | 0 |
| Bottle of ewe's milk | 10.57 | 0 |
| Majolica vase | 10 | 0 |
| Porcelain plate | N/A | N/A |
| Ceramic tile | N/A | N/A |
| Parma ham | 84.97 | 0 |
| Bayonne ham | 34.65 | -0 |
| Iberian ham | 70.28 | 0 |
| Black Forest ham | 54.72 | 0 |
| Barrel of cider | 51.16 | 0 |
| Bourgogne wine | 76.22 | 0 |
| Bordeaux wine | 60.89 | 0.31 |
| Champagne wine | 141.21 | -5.25 |
| Toscana wine | 33.69 | 0 |
| Barrel of porto wine | 87.44 | 0 |
| Barrel of Tokaji | 163.71 | 0 |
| Rioja wine | 159.19 | 0 |
| Barrel of Retsina | 36.79 | -0 |
| Pot of yoghurt | 85.17 | -0 |
| Cow's milk cheese | 77.07 | 0 |
| Goat's milk cheese | 85.06 | 2.5 |
| Ewe's milk cheese | 52.26 | 0 |
| Anjou wine | 50.88 | -0 |
| Ewe carcass | 15.03 | 0 |
| Mast | 456.7 | 0 |
| Small sail | 215.71 | 0 |
| Large sail | 838.79 | 0 |
| Tumbler of pulque | N/A | N/A |
| Jar of pulque | N/A | N/A |