Kingdoms Associated Press



20/01/1474 Lisboa sob Ataque



Lisboa (KAP)

As hostilidades no conflito português conheceram, nas últimas horas, uma escalada significativa, com impactos diretos sobre o território do Condado de Lisboa. Forças oriundas do Condado do Porto, compostas em grande parte por soldados da ONE – Ordo Negrum Equites, atracaram simultaneamente nos portos de Alcácer do Sal e Setúbal, tomaram ambas as cidades e as converteram em Vila Franca, retirando-as do controle das forças lisboetas.

Com essas perdas, o quadro territorial sofreu nova alteração. Se há poucas semanas os legalistas mantinham controle direto sobre Lisboa, Santarém, Alcobaça, Guarda, Montemor, Setúbal, Alcácer do Sal, Avis, Crato e Évora, neste momento permanecem sob autoridade do Condado de Lisboa apenas Lisboa, Santarém, Montemor, Avis, Crato e Évora. A queda de Setúbal e Alcácer do Sal ontem, e a de Alcobaça e Guarda nas últimas semanas, representa não apenas uma redução territorial do Condado, mas também um golpe estratégico nas forças legalistas, sobretudo no plano marítimo e logístico.

Relatos que circularam na Praça Pública indicam que um contingente de soldados franceses teria chegado para apoiar Lisboa, demonstrando disposição imediata para enfrentar a ONE. Até o fechamento desta reportagem, porém, tais informações permanecem sem confirmação oficial por parte de autoridades portuguesas ou lisboetas.

No âmbito naval, foram anunciados o afundamento de quatro navios lisboetas: Euskara, Interceptor, Monforte III e Vitória. Fato que agrava ainda mais a situação no litoral e evidencia a vulnerabilidade das rotas marítimas sob controle legalista. Também neste ponto, não houve pronunciamento formal das autoridades competentes.

A única manifestação pública registrada até o momento partiu de Adriano Niccolò Ares Meridio, conhecido como Susaku, Conde de Coimbra. Em declaração feita em praça, afirmou ter antecipado este cenário meses atrás e descreveu os acontecimentos atuais como o início de uma “nova página” do conflito, marcada, segundo suas palavras, pela “destruição de Lisboa”. Em tom abertamente provocativo, mencionou a queda de Alcácer do Sal e Setúbal, o afundamento de navios e dirigiu críticas diretas à liderança militar portuguesa, Kokkas de Monforte, reiterando exigências políticas e militares. A participação direta do Conde de Coimbra nas operações que resultaram na tomada das duas cidades, contudo, parece ser limitada ou inexistente, segundo informações disponíveis até agora. Ainda assim, sua fala contribuiu para intensificar o clima de tensão e incerteza que se espalha pelo Reino.

O silêncio das autoridades de Lisboa e de Portugal, diante da gravidade dos fatos, tem sido notado pela população. A ausência de comunicados oficiais, seja para confirmar, negar ou contextualizar os acontecimentos, reforça a sensação de instabilidade e alimenta rumores em um momento já marcado por perdas territoriais, confrontos armados e fragilidade institucional.

A Kingdoms Associated Press seguirá acompanhando os desdobramentos da situação, buscando informações e posicionamentos oficiais, com o compromisso de registrar, com rigor e responsabilidade, este novo capítulo da guerra que se aproxima perigosamente do coração do Reino.

Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL.


_____________________________________________________________________________________
Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis.

O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados?

Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis.

Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional.

Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia.

Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal.

17/01/1474





1. "Legio VictriX" (LVX) : 100%



1 : Susaku (LVX)
2 : Rubya (LVX)
3 : .selene (LVX)
4 : Ginevra__ (LVX)
5 : Creattiva (LVX)
6 : Mrsgod (LVX)
7 : Auroraaa__ (LVX)
8 : Lory81 (LVX)
9 : Bads (LVX)
10 : Emma_vittoria (LVX)
11 : Ninjagblack (LVX)
12 : Jblinhas (LVX)



16/01/1474 Resultado da primeira volta da eleição real


Resultado da primeira volta da eleição real :

NomePercentagem
jose_pacheco79.26 %
lyssah19.2 %
zeramando1.55 %

jose_pacheco recolhe a maioria absoluta dos votos!

15/01/1474 José Pacheco será o novo Rei de Portugal



Lisboa (KAP)

A Kingdoms Associated Press informa que foi oficialmente apurado o resultado da eleição para o Trono de Portugal, na qual José Pacheco, natural da cidade de Elvas, obteve 80,63% dos votos válidos, consagrando-se vencedor do pleito e novo Monarca eleito do Reino de Portugal.

Na mesma eleição, Lyssah de Sagres Crawlyn alcançou 17,8% dos votos, enquanto o Príncipe Regente Zeramando Crawlyn Hökk obteve 1,55%, encerrando o processo eleitoral com ampla maioria em favor de José Pacheco. Até o momento do fechamento desta reportagem, nenhum dos candidatos havia realizado pronunciamento oficial acerca do resultado.

A expressiva votação obtida por José Pacheco ocorre após uma campanha marcada por discurso de conciliação, unidade e centralidade do diálogo como instrumento político. Em sua apresentação pública como candidato, Pacheco afirmou apresentar-se “não para dominar terras nem reclamar condados, mas para fortalecer a união do povo português, onde quer que ele se encontre”, destacando a comunhão de valores, identidade e propósito como fundamento da força coletiva do Reino.

Em entrevista concedida à KAP durante o período eleitoral, o agora eleito Monarca descreveu-se como um homem forjado no serviço comunitário, com trajetória construída a partir da atuação local em Elvas, passando pelo Conselho do Condado de Lisboa e por Conselhos Reais, sempre pautado pela simplicidade, pelo compromisso com o serviço público e pela busca de soluções por meio da palavra justa e da escuta paciente. Na ocasião, ressaltou que sua principal motivação para disputar a Coroa não eram os limites territoriais do Reino, mas sim a população portuguesa enquanto comunidade viva, diversa e historicamente marcada por divisões, mas também por possibilidades de entendimento.

José Pacheco defendeu reiteradamente, ao longo de sua campanha, que a função do Monarca deve ser compreendida como a de “maior servo do Reino”, enfatizando que a Coroa só preserva seu prestígio quando exerce liderança ativa, responsável e comprometida com o bem comum. Questionado sobre o momento delicado vivido por Portugal, marcado por conflitos internos e fragmentação política, afirmou que a paz deveria ser pensada com o mesmo empenho com que se planeja a guerra, reconhecendo que, embora não possa garanti-la sozinho, sempre a terá como objetivo central.

Com a confirmação do resultado eleitoral, o Reino de Portugal entra agora em uma nova etapa de transição política, aguardando os pronunciamentos oficiais dos candidatos e os atos formais de investidura. A KAP seguirá acompanhando os desdobramentos institucionais e as primeiras sinalizações do reinado que se inicia, mantendo seu compromisso com o rigor jornalístico e o registro histórico deste momento decisivo para o futuro português.

Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL.


_____________________________________________________________________________________
Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis.

O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados?

Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis.

Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional.

Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia.

Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal.

13/01/1474 Os Candidatos ao Trono: José Pacheco fala à KAP



Lisboa (KAP)

Em um momento decisivo para a história do Reino de Portugal, marcado por conflitos, rupturas institucionais e profundas reflexões sobre o futuro do Reino, a Kingdoms Associated Press (KAP) dá início à série especial “Os Candidatos ao Trono”.

Esta iniciativa editorial tem por objetivo oferecer ao povo português um registro claro, equilibrado e duradouro das ideias, trajetórias e visões daqueles que se apresentam para exercer a mais alta dignidade do Reino. Mais do que uma cobertura eleitoral, trata-se de um esforço jornalístico voltado à preservação da memória política, institucional e simbólica deste período de transição.

As entrevistas seguem um roteiro comum, elaborado com rigor e isenção, de modo a assegurar igualdade de tratamento entre todos os candidatos. As respostas aqui publicadas refletem exclusivamente as posições de seus autores e são apresentadas na íntegra, sem edições de conteúdo, respeitando o compromisso da KAP com a fidelidade documental e o pluralismo de ideias.

A seguir, o leitor encontrará a entrevista concedida por José Pacheco, no âmbito da série “Os Candidatos ao Trono”.

KAP - A Kingdoms Associated Press agradece a disponibilidade de Vossa Senhoria para esta entrevista. Para iniciarmos, pedimos que se apresente aos nossos leitores não apenas pelo nome ou títulos, mas pela sua trajetória: quem é José Pacheco, por José Pacheco?

José Pacheco - Uma pessoa falar sobre si mesma não é fácil... Existe sempre o risco de gabarolice e evitarei isso.
Eu sou um cidadão comum, morador na simpática vila de Elvas que, inserido na minha comunidade, quis retribuir aos meus vizinhos algum bem-estar e qualidade de vida que a sorte nos pode proporcionar. Tive a sorte de poder constituir família com a minha amada esposa Julieta e ver crescer o nosso filho Albuma em paz e quietude. A vida proporcionou que ocupasse o cargo de Prefeito de Elvas e que, no condado de Lisboa, acabasse por ser convidado a contribuir com todo o condado ao participar no Conselho de Lisboa. Mais tarde, acabei por ter a oportunidade de servir o Reino, uma população bastante mais ampla, ao trabalhar em alguns Conselhos Reais.
Considero o percurso da minha vida não fruto do acaso mas sim fruto do empenho em comunidade, resultado do comprometimento do serviço público para o todo onde os graus de dificuldade e (in)sucesso são constantemente variáveis.
Para além da comunidade eu também privilegio muito a simplicidade: coisas complexas tendem a ser coisas esgotantes e coisas esgotantes tendem a ser infrutíferas.


KAP - A decisão de disputar o Trono de Portugal ocorre num momento particularmente sensível da nossa história. Quais foram as motivações centrais que levaram Vossa Senhoria a apresentar-se como candidato à Coroa, e de que forma acredita que a sua experiência pessoal e política o credencia para exercer a função de Monarca?

José Pacheco - Como referi antes esta é uma proposta que a vida me coloca. Mas não só a mim pois esta disputa depende totalmente do eleitorado. Os eleitores para além de convidados são desafiados a eleger alguém que lute pelas suas aspirações e anseios diários e mundanos.
A principal motivação que tenho é o Reino: não os limites territoriais e coordenadas geográficas dos mapas mas sim a comunidade portuguesa, o homem e a mulher dos dias de hoje. É com a população portuguesa com quem eu pretendo trabalhar e a quem eu pretendo continuar a servir.
Acredito que o trajecto que percorri até hoje me tenha permitido ter alicerces fortes para que me conheçam de norte a sul de Portugal. Sempre fui alguém que privilegiou a todo o momento o diálogo aberto e sincero como primeira e maior forma de resolução de problemas. Se um problema, uma questão ou situação não for debatida abertamente dificilmente será sanada e ultrapassada.
As mais diversas personalidades do Reino conhecem a minha abertura de espírito e também as minhas convicções pessoais e é isso que apresento e proponho a todos.


KAP - O Reino de Portugal viveu, ao longo dos últimos anos, períodos marcados por Monarcas ausentes, regências prolongadas e descontinuidade na liderança. Caso seja eleito, de que maneira Vossa Senhoria pretende exercer um reinado efetivamente ativo, presente e contínuo, evitando que a Coroa volte a se tornar uma figura meramente simbólica?

José Pacheco - De facto muitos dos monarcas do nosso Reino tornaram-se individualidades passivas e/ou quase invisíveis devido a essa ausência que Vossa Excelência referencia.
Não criarei expectativas de uma presença diária e rotineira de destaque caso seja eleito pois o meu perfil tende a ser mais comedido e prático mas evitarei que os momentos de diálogo e introspecção sejam confundidos com ausência e abandono.


KAP - Instituições como a Real Chancelaria, a Corte dos Nobres, o Tribunal do Rei e o Conselho régio são pilares da vida institucional portuguesa. Considerando o atual cenário de baixa atividade populacional e dificuldades de engajamento, como Vossa Senhoria pretende fortalecer essas instituições e torná-las novamente centrais na vida do Reino?

José Pacheco - Vou ser claro e directo sobre o assunto: não será minha prioridade a reforma e/ou reactivação de Instituições Reais que estejam disfuncionais. Procurarei evitar que fiquem ao abandono mas muitas dependem, nos seus próprios Estatutos e Normas internas, de um funcionamento normal de todo o Reino de Portugal. Existem pessoas com conhecimento e habilidade reconhecidos mas que neste momento não cooperam com a Coroa portuguesa.
Há que sarar feridas e procurar a paz. Quando o Reino no seu todo encontrar uma fórmula de acordo poderemos restaurar esses pilares da vida institucional portuguesa.


KAP - Um dos desafios mais evidentes do presente é a fragmentação política, com Condados que atuam, na prática, como entidades autônomas ou independentes. Que estratégias políticas, simbólicas e institucionais Vossa Senhoria propõe para restaurar o sentimento de unidade nacional e incentivar o trabalho conjunto entre os Condados?

José Pacheco - Sejamos sinceros, o Reino de Portugal sempre teve divisões desde a sua fundação. Não é só Portugal que assim é pois a diversidade faz parte da nossa natureza. Talvez por sermos um reino periférico da Europa não tenhamos essa percepção e nos concentremos, por vezes em demasia, nas nossas diferenças e não realcemos os pontos em comum.
Talvez o ponto chave seja a questão de determinação do nível de autonomia regional e o sentimento, refira-se que é enganador, de prisão entre condados. Nenhum condado deve ser obrigado a colaborar com o outro apenas porque sim mas claro que é expectável que em situações de emergência haja entreajuda e colaboração.


KAP - A tensão entre Lisboa e Porto tornou-se um dos eixos centrais da atual crise portuguesa, com reflexos profundos na política, na sociedade e na guerra. Como Vossa Senhoria analisa essa rixa histórica recente, e que leitura faz dos acontecimentos que levaram a esse nível de ruptura?

José Pacheco - Tudo isto tem origem lá atrás, numa altura chamada passado. Muitas pesssoas não o conseguiram ultrapassar, de todos os lados: Lisboa, Porto e Coimbra. Outras tantas usam esse passado não como arma mas como escudo para se evitarem a cooperar.
Eu não vivi esse passado tal como muitos dos agentes políticos dos dias de hoje mas todos crescemos com essas histórias contadas que em certos casos se tornaram verdades absolutas, imutáveis e irreparáveis.
Eu posso dar-me ao luxo de discordar dessa inevitável imutabilidade pois como Conde de Lisboa cheguei a trabalhar com os condados do Porto e Coimbra com regular sucesso e cordialidade. Enfatiso que, por via da relação razoávelmente próxima que estabeleci com Sua Graça Damien Mondrágon aquando ele ainda era Conde do Porto, Lisboa criou uma relação mais próxima do condado do Porto do que do condado de Coimbra.
Por isso sim a unidade e entendimento são possíveis, basta querermos.


KAP - A Coroa portuguesa carrega não apenas poder político, mas também um profundo valor simbólico, histórico e espiritual. Como Vossa Senhoria compreende o papel simbólico do Rei e de que forma pretende reconstruir o prestígio da Coroa perante o povo português?

José Pacheco - O monarca é o maior servo de todo o Reino. Ele é eleito para servir e não para ser servido.
Aquele que se serve de um cargo público não só é egoísta como mancha o cargo que ocupa e as instituições que representa.
É-me inevitável pensar que a Coroa portuguesa teve uma presença mais próxima aquando acompanhada pelos pastores da Igreja Aristotélica Portuguesa e procurarei o contributo da mesma para que o reino reanime a sua alma.


KAP - Em termos programáticos, o que distingue a sua candidatura das demais? Que propostas, reformas ou visões Vossa Senhoria apresenta que ainda não foram plenamente discutidas ou implementadas no Reino de Portugal?

José Pacheco - A paz e a liberdade. Não a "minha paz" e a "minha liberdade" mas sim a paz para todos e igual liberdade para todos.

KAP - Caso eleito, qual considera que será o maior desafio do seu reinado nas primeiras semanas, e que decisões iniciais julga essenciais para sinalizar um novo ciclo político para Portugal?

José Pacheco - Reitero: a paz. Todos nos preparámos para a guerra mas será que em algum momento arquitetamos a Paz?

KAP - Por fim, em um cenário marcado por desconfiança, fadiga política e ceticismo, que mensagem direta Vossa Senhoria gostaria de dirigir ao eleitor português que lê esta entrevista e pondera o seu voto para o Trono?

José Pacheco - Exorto a todos a pensarem na paz da sua comunidade. A guerra apenas traz destruição de tudo e para todos. Chamamos vencedores a quem perdeu menos mas será que esse "lado vencedor" perdeu pouco?
Não posso prometer a paz pois não dependerá apenas de mim, eleito ou não, mas garanto que a paz tem sido sempre a minha vontade e meu objectivo.


A KAP reitera que todas as candidaturas regularmente apresentadas receberão convite formal para participar desta série, sendo as entrevistas publicadas conforme o recebimento das respostas, sem hierarquização política ou editorial. As opiniões expressas são de responsabilidade exclusiva dos entrevistados e não refletem, necessariamente, a posição da redação.

A história julgará este tempo. À imprensa cabe registrá-lo.

Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL.


_____________________________________________________________________________________
Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis.

O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados?

Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis.

Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional.

Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia.

Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal.

+

Cours

Product Price Variation
Loaf of bread 4.56 -0.28
Fruit 9.92 0
Bag of corn 3.7 0.87
Bottle of milk 9.48 0.11
Fish 20.26 0.06
Piece of meat 12.25 0.13
Bag of wheat 10.89 -0
Bag of flour 12.88 1.64
Hundredweight of cow 20.53 0.33
Ton of stone 10.44 -0
Half-hundredweight of pig 15.41 0.05
Ball of wool 10.86 -0.14
Hide 16.32 -0.06
Coat 49.5 0
Vegetable 9.38 -0.18
Wood bushel 4.19 0.08
Small ladder 20.18 0
Large ladder 68.02 0
Oar 20 -0
Hull 36.49 0
Shaft 8.16 -0.14
Boat 99.33 0.63
Stone 18.32 -0.11
Axe 150.74 0
Ploughshare 38.44 0
Hoe 30 0
Ounce of iron ore 11.52 0.2
Unhooped bucket 21.88 0
Bucket 37.73 0
Knife 17.89 0
Ounce of steel 49.04 -0.06
Unforged axe blade 53.91 0
Axe blade 116.44 0
Blunted axe 127.79 -2.51
Hat 53.38 0.08
Man's shirt 119.57 0.12
Woman's shirt 121.14 0
Waistcoat 141.4 0
Pair of trousers 74.61 -0.09
Mantle 257.82 0
Dress 265.04 -0.2
Man's hose 45.63 -0
Woman's hose 44.32 0
Pair of shoes 27.53 -0.01
Pair of boots 86.57 0
Belt 45.2 -0
Barrel 12.02 0
Pint of beer 0.82 0
Barrel of beer 66.51 2.5
Bottle of wine 1.66 0
Barrel of wine N/A N/A
Bag of hops 19.34 0
Bag of malt 10 0
Sword blade 101.19 0
Unsharpened sword 169.69 0
Sword 146.48 -0.07
Shield 36.91 0
Playing cards 73.55 -0
Cloak 180.72 0
Collar 68.35 -0.06
Skirt 135.35 0
Tunic 222.36 0
Overalls 115.73 0
Corset 117.2 0
Rope belt 53.86 0
Headscarf 60.73 0
Helmet 164.91 0
Toque 48.61 0
Headdress 79.65 0
Poulaine 64.02 0
Cod 11.36 0
Conger eel 12.81 0
Sea bream 18.31 0
Herring 17.43 0
Whiting 17.42 0
Skate 12.16 0
Sole 18.11 0
Tuna 12.51 0
Turbot 18.02 0
Red mullet 16.53 0
Mullet 12.47 -0
Scorpionfish 20.5 0
Salmon 16.51 0
Arctic char 12 0
Grayling 14.77 0
Pike 17.6 0
Catfish N/A N/A
Eel 15.09 0
Carp 17.98 0.03
Gudgeon 17.68 -0.04
Trout 17.51 0
Pound of olives 13.38 0
Pound of grapes 9.18 0
Sack of barley 10.67 0
Half-hundred weight of goat carcasses 18.99 0
Bottle of goat's milk 12.81 0
Tapestry 143.6 0
Bottle of olive oil 121.94 -0
Jar of agave nectar N/A N/A
Bushel of salt 19.89 0
Bar of clay 3.43 -0
Cask of Scotch whisky 93.32 -0
Cask of Irish whiskey 131.27 0
Bottle of ewe's milk 10.57 0
Majolica vase 10 0
Porcelain plate N/A N/A
Ceramic tile N/A N/A
Parma ham 84.97 0
Bayonne ham 34.65 -0
Iberian ham 70.28 0
Black Forest ham 54.72 0
Barrel of cider 51.16 0
Bourgogne wine 76.22 0
Bordeaux wine 60.89 0.31
Champagne wine 141.21 -5.25
Toscana wine 33.69 0
Barrel of porto wine 87.44 0
Barrel of Tokaji 163.71 0
Rioja wine 159.19 0
Barrel of Retsina 36.79 -0
Pot of yoghurt 85.17 -0
Cow's milk cheese 77.07 0
Goat's milk cheese 85.06 2.5
Ewe's milk cheese 52.26 0
Anjou wine 50.88 -0
Ewe carcass 15.03 0
Mast 456.7 0
Small sail 215.71 0
Large sail 838.79 0
Tumbler of pulque N/A N/A
Jar of pulque N/A N/A