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![]() Lisboa (KAP) Na manhã de 26 de agosto de 1474, quando Lisboa ainda despertava sob a luz do início do dia, a nova Igreja de Santa Ofélia foi solenemente consagrada à glória do Altíssimo e ao serviço da Santa Igreja Aristotélica. A cerimônia teve início na Hora Prima, uma das horas canônicas tradicionalmente utilizadas para ordenar o tempo religioso, correspondente às primeiras horas da manhã, por volta das seis horas. Diante das portas ainda fechadas do templo, reuniram-se fiéis, membros do clero, autoridades e viajantes vindos de diferentes partes do Reino. Entre os presentes estiveram também Sua Majestade José Pacheco e a Rainha Consorte Julieta Pacheco, que tomaram seu lugar entre os demais participantes para testemunhar o nascimento daquela nova casa de Fé. A consagração foi conduzida pelo Arcebispo Metropolitano de Évora, Monsenhor Augusto Bibiano d'Avis, em virtude da bênção concedida pelo Santo Padre, o Papa Sisto IV. Antes que qualquer fiel atravessasse o limiar, o Arcebispo tocou três vezes as grandes portas com o báculo e pediu que elas se abrissem “para a glória de Deus, para o ensino da Fé e para o acolhimento de Seu povo”. Em seguida, a assembleia entrou em procissão, convidada a não fazê-lo como simples espectadora, mas como verdadeira parte viva da Igreja. No interior de Santa Ofélia, o rito recordou a própria ordem da Criação. A terra delimitou o espaço sagrado; o fogo e a luz do Sol foram representados pelas chamas; a água benta alcançou as pedras e os fiéis; e o incenso elevou-se entre as colunas, simbolizando a união do ar com o éter, a quinta-essência. O Livro das Virtudes foi levado ao altar pela Irmã Talita França, que recordou à assembleia que aquela casa deveria permanecer marcada pela Fé, pela oração, pelas Virtudes e pela celebração dos sacramentos. Não se tratava apenas de colocar um livro sobre uma pedra, mas de afirmar qual seria o fundamento espiritual daquele templo dali em diante. Então veio o momento pelo qual todos aguardavam. Com a mão sobre o altar, Bibiano declarou solenemente consagrada a Igreja de Santa Ofélia sob a invocação da Apóstola, destinando-a permanentemente ao culto, à oração, ao ensino da verdadeira Fé e à celebração dos sacramentos. Logo depois, o primeiro sino tocou. Outro respondeu. E, em poucos instantes, todas as torres começaram a badalar em festa sobre Lisboa. Aquele som talvez tenha dito mais do que qualquer proclamação. Durante anos, a Igreja portuguesa conheceu ausências, divisões e paróquias sem pastores. Houve lugares em que a Fé sobreviveu porque os próprios fiéis se recusaram a deixá-la desaparecer. Por isso, a consagração de Santa Ofélia não pode ser vista apenas como a inauguração de mais um edifício religioso. Ela representa uma Igreja que volta a reunir pessoas, a abrir portas e a oferecer novamente ao povo português um lugar para rezar, aprender e receber os sacramentos. E os primeiros sinais não tardaram. Logo após a consagração, nove Batismos e um Matrimônio já estavam marcados para serem celebrados na nova Igreja. Antes mesmo de seus sinos se acostumarem a tocar, Santa Ofélia já tinha diante de si dez sacramentos a acolher. Nove pessoas preparam-se para entrar plenamente na comunidade dos fiéis pelas águas do Batismo. Um casal prepara-se para apresentar sua união diante do Altíssimo. Onde há pouco havia apenas pedra, madeira, silêncio e expectativa, já haverá água benta, votos, orações, bênçãos e novos irmãos reunidos diante do mesmo altar. Talvez seja este o verdadeiro significado da nova igreja. A nova construção ergue-se em Lisboa como um sinal visível de algo que há muito Portugal esperava voltar a reconhecer: a Fé Aristotélica renasce entre os portugueses. Depois de tantos anos em que se falou sobre aquilo que a Igreja havia perdido, Santa Ofélia convida agora a olhar para aquilo que começa novamente a nascer. E talvez não haja símbolo mais apropriado para esta nova etapa do que uma igreja recém-consagrada, com seus sinos ainda novos, seu altar ainda recente e já dez sacramentos esperando para serem celebrados. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. ![]() Lisboa (KAP) A Igreja Aristotélica em Portugal prepara-se para viver um dos momentos mais simbólicos de sua recente reconstrução. Foi anunciada oficialmente a inauguração da Igreja de Santa Ofélia, novo templo erguido em Lisboa e concebido para servir não apenas aos habitantes da capital, mas aos fiéis de todo o Reino de Portugal. Dedicada a Santa Ofélia, Apóstola de Christos, a nova igreja nasce com uma característica pouco comum: embora esteja fisicamente situada em Lisboa, terá vocação nacional e poderá acolher cerimônias religiosas destinadas a portugueses de qualquer cidade ou condado. Batismos, matrimônios, pregações, bênçãos e outras celebrações poderão ocorrer no novo templo, que também ficará à disposição dos membros do Clero Português para o exercício de seu ministério. A inauguração acontece em um momento de particular esperança para a Igreja portuguesa. Depois de anos marcados pela escassez de clérigos e pela redução da presença eclesiástica em diversas regiões, novas iniciativas vêm sendo organizadas para aproximar novamente a população da Fé, promover Batismos e encontrar homens e mulheres dispostos a servir à Igreja. Santa Ofélia pretende tornar-se um dos símbolos desse novo período. O templo permanecerá ligado à Primazia Portuguesa, ainda que, por sua localização, o Arcebispo Metropolitano de Lisboa possua especial responsabilidade por sua guarda e dignidade local. Ao mesmo tempo, encontra-se diante da Santa Sé um pedido para que o novo templo possa futuramente receber do Soberano Pontífice a dignidade de Basílica. Até eventual decisão de Roma, contudo, Santa Ofélia será inaugurada e consagrada como Igreja. Antes de acolher regularmente os sacramentos, o novo templo será solenemente entregue ao serviço do Altíssimo por meio da cerimônia de Consagração da Igreja de Santa Ofélia . A Santa Igreja convida, portanto, todos os portugueses que puderem comparecer - fiéis, catecúmenos, membros do clero e também aqueles que simplesmente desejem conhecer mais de perto a Fé Aristotélica - a participarem deste momento. Mais do que a abertura de um novo edifício, a consagração de Santa Ofélia pretende marcar a abertura de uma nova etapa. Em uma Igreja que novamente procura seus fiéis, forma novos servidores e reconstrói sua presença entre os portugueses, as portas de Santa Ofélia deverão permanecer abertas para aqueles que desejem rezar, receber os sacramentos ou simplesmente encontrar novamente o caminho até a comunidade aristotélica. Portugal ganha, assim, não apenas uma nova igreja, mas um novo lugar de encontro entre o povo e a Fé. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. Apresente o formulário na Sede da KAP Portugal ou envie o formulário, através de Mensagem Privada no Fórum 1, para o Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. Quer fazer valer a tua voz? Precisa de Direito de Resposta? Apresenta o pedido na Sede da KAP Portugal ou na KAP Internacional. Tens alguma violação à Carta da KAP para denunciar? Compareça na KAP Internacional e deixa tua denúncia. Ohh, não conheces a Carta da KAP? Leia a nossa Carta na Sede da KAP Portugal. 25/08/1474 Eleição para o Conselho de Condado de Lisboa: PLU recolhe a maioria absoluta dos assentos.LISBOA (KAP) - A lista Partido Lisboa Unida obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado de Lisboa, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha. 16/08/1474 Eleição para o Conselho de Condado do Porto: NAv! recolhe a maioria absoluta dos assentos.LISBOA (KAP) - A lista Norte Avante! obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado do Porto, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha. ![]() Lisboa (KAP) A Congregação para o Novo Apostolado, responsável pela Santa Igreja Aristotélica em Portugal, anunciou nova disciplina para a formação dos catecúmenos que desejam receber o sacramento do Batismo no Reino de Portugal. A medida, dada em Roma no Palazzo dei Convertendi, aos dez dias de agosto de 1474, sob o pontificado de Sua Santidade Sisto IV, procura adaptar a preparação batismal à realidade portuguesa, favorecendo a evangelização e o crescimento do número de fiéis no Reino. O ato foi publicado por Sua Eminência Francesco Maria Sforza, Cardeal-Bispo de Santa Adónia em Trastevere, na qualidade de Alto Comissário Apostólico e Chanceler da Congregação para o Novo Apostolado. Logo no início, o Cardeal recorda a centralidade do Batismo para a vida aristotélica, definindo-o como "o primeiro e mais importante sacramento que une os fiéis para sempre a toda a Santa Igreja". A novidade não altera a importância do sacramento, nem dispensa a formação dos fiéis. O que muda é o modo pelo qual essa preparação poderá ser realizada no Reino de Portugal. Segundo a Congregação, foi verificado que, na realidade portuguesa atual, seria difícil exigir dos fiéis a participação em cursos institucionalizados. Por isso, após ouvir o parecer do clero português, Roma estabeleceu uma solução mais próxima das necessidades locais. Pela nova determinação, "todos os clérigos ordenados em posse de pelo menos o diploma de Pastoral Máxima estão autorizados a ministrar cursos de formação básica em preparação para o Batismo". Esses cursos poderão ser individuais ou em grupo, e deverão incluir, de forma concisa, a explicação do Credo Aristotélico, do Dogma, do Livro das Virtudes e da estrutura da Santa Igreja. A Congregação também esclarece que a medida não elimina a recomendação de estudos mais completos. O decreto reitera "a oportunidade de sugerir aos fiéis, especialmente àqueles que manifestem a intenção de servir o Senhor na Santa Igreja, que sigam também o Curso de Pastoral em universidades ou seminários autorizados pela Sé Apostólica". Na prática, a decisão abre caminho para que o clero português ordenado e devidamente formado possa preparar diretamente os catecúmenos para o Batismo, sem depender exclusivamente de cursos formais centralizados na Universidade Pontifícia. Trata-se de uma medida pastoral de alcance imediato, especialmente importante em um Reino que acaba de atravessar meses de guerra, deslocamentos, rupturas institucionais e enfraquecimento da vida religiosa regular. O texto da Congregação é claro quanto à finalidade da concessão: "Esta possibilidade é concedida com o objetivo de favorecer a evangelização e o crescimento do número de fiéis no Reino de Portugal para maior glória do Altíssimo e da sua Santa Igreja Aristotélica." A decisão chega em momento sensível para Portugal. Com a reunificação do Reino e a retomada das instituições civis, a Igreja Aristotélica também inicia uma etapa de reorganização de sua presença, de seu clero e de sua missão junto aos fiéis. Ao permitir que clérigos ordenados com Pastoral Máxima ministrem a formação básica para o Batismo, Roma oferece ao clero português um instrumento direto para reconstruir comunidades, acolher novos fiéis e reaproximar a população da vida sacramental. Não se trata, portanto, de reduzir a dignidade do Batismo, mas de remover obstáculos práticos para que ele seja buscado com formação suficiente e zelo pastoral. A exigência permanece: quem deseja ingressar na Santa Igreja deve conhecer as verdades fundamentais da Fé. A adaptação está no caminho, agora mais acessível, para que essa formação chegue aos portugueses onde eles estiverem. Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL. ![]() _____________________________________________________________________________________ Artigo Jornalístico aprovado pelo Redator-Chefe Augusto Bibiano d'Avis. O que está achando dos nossos artigos e materiais publicados? Quer ser um Redator e fazer parte da Nossa Equipe? Pegue aqui o modelo de Formulário. 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| Product | Price | Variation |
| Loaf of bread | 4.56 | -0.28 |
| Fruit | 9.92 | 0 |
| Bag of corn | 3.7 | 0.87 |
| Bottle of milk | 9.48 | 0.11 |
| Fish | 20.26 | 0.06 |
| Piece of meat | 12.25 | 0.13 |
| Bag of wheat | 10.89 | -0 |
| Bag of flour | 12.88 | 1.64 |
| Hundredweight of cow | 20.53 | 0.33 |
| Ton of stone | 10.44 | -0 |
| Half-hundredweight of pig | 15.41 | 0.05 |
| Ball of wool | 10.86 | -0.14 |
| Hide | 16.32 | -0.06 |
| Coat | 49.5 | 0 |
| Vegetable | 9.38 | -0.18 |
| Wood bushel | 4.19 | 0.08 |
| Small ladder | 20.18 | 0 |
| Large ladder | 68.02 | 0 |
| Oar | 20 | -0 |
| Hull | 36.49 | 0 |
| Shaft | 8.16 | -0.14 |
| Boat | 99.33 | 0.63 |
| Stone | 18.32 | -0.11 |
| Axe | 150.74 | 0 |
| Ploughshare | 38.44 | 0 |
| Hoe | 30 | 0 |
| Ounce of iron ore | 11.52 | 0.2 |
| Unhooped bucket | 21.88 | 0 |
| Bucket | 37.73 | 0 |
| Knife | 17.89 | 0 |
| Ounce of steel | 49.04 | -0.06 |
| Unforged axe blade | 53.91 | 0 |
| Axe blade | 116.44 | 0 |
| Blunted axe | 127.79 | -2.51 |
| Hat | 53.38 | 0.08 |
| Man's shirt | 119.57 | 0.12 |
| Woman's shirt | 121.14 | 0 |
| Waistcoat | 141.4 | 0 |
| Pair of trousers | 74.61 | -0.09 |
| Mantle | 257.82 | 0 |
| Dress | 265.04 | -0.2 |
| Man's hose | 45.63 | -0 |
| Woman's hose | 44.32 | 0 |
| Pair of shoes | 27.53 | -0.01 |
| Pair of boots | 86.57 | 0 |
| Belt | 45.2 | -0 |
| Barrel | 12.02 | 0 |
| Pint of beer | 0.82 | 0 |
| Barrel of beer | 66.51 | 2.5 |
| Bottle of wine | 1.66 | 0 |
| Barrel of wine | N/A | N/A |
| Bag of hops | 19.34 | 0 |
| Bag of malt | 10 | 0 |
| Sword blade | 101.19 | 0 |
| Unsharpened sword | 169.69 | 0 |
| Sword | 146.48 | -0.07 |
| Shield | 36.91 | 0 |
| Playing cards | 73.55 | -0 |
| Cloak | 180.72 | 0 |
| Collar | 68.35 | -0.06 |
| Skirt | 135.35 | 0 |
| Tunic | 222.36 | 0 |
| Overalls | 115.73 | 0 |
| Corset | 117.2 | 0 |
| Rope belt | 53.86 | 0 |
| Headscarf | 60.73 | 0 |
| Helmet | 164.91 | 0 |
| Toque | 48.61 | 0 |
| Headdress | 79.65 | 0 |
| Poulaine | 64.02 | 0 |
| Cod | 11.36 | 0 |
| Conger eel | 12.81 | 0 |
| Sea bream | 18.31 | 0 |
| Herring | 17.43 | 0 |
| Whiting | 17.42 | 0 |
| Skate | 12.16 | 0 |
| Sole | 18.11 | 0 |
| Tuna | 12.51 | 0 |
| Turbot | 18.02 | 0 |
| Red mullet | 16.53 | 0 |
| Mullet | 12.47 | -0 |
| Scorpionfish | 20.5 | 0 |
| Salmon | 16.51 | 0 |
| Arctic char | 12 | 0 |
| Grayling | 14.77 | 0 |
| Pike | 17.6 | 0 |
| Catfish | N/A | N/A |
| Eel | 15.09 | 0 |
| Carp | 17.98 | 0.03 |
| Gudgeon | 17.68 | -0.04 |
| Trout | 17.51 | 0 |
| Pound of olives | 13.38 | 0 |
| Pound of grapes | 9.18 | 0 |
| Sack of barley | 10.67 | 0 |
| Half-hundred weight of goat carcasses | 18.99 | 0 |
| Bottle of goat's milk | 12.81 | 0 |
| Tapestry | 143.6 | 0 |
| Bottle of olive oil | 121.94 | -0 |
| Jar of agave nectar | N/A | N/A |
| Bushel of salt | 19.89 | 0 |
| Bar of clay | 3.43 | -0 |
| Cask of Scotch whisky | 93.32 | -0 |
| Cask of Irish whiskey | 131.27 | 0 |
| Bottle of ewe's milk | 10.57 | 0 |
| Majolica vase | 10 | 0 |
| Porcelain plate | N/A | N/A |
| Ceramic tile | N/A | N/A |
| Parma ham | 84.97 | 0 |
| Bayonne ham | 34.65 | -0 |
| Iberian ham | 70.28 | 0 |
| Black Forest ham | 54.72 | 0 |
| Barrel of cider | 51.16 | 0 |
| Bourgogne wine | 76.22 | 0 |
| Bordeaux wine | 60.89 | 0.31 |
| Champagne wine | 141.21 | -5.25 |
| Toscana wine | 33.69 | 0 |
| Barrel of porto wine | 87.44 | 0 |
| Barrel of Tokaji | 163.71 | 0 |
| Rioja wine | 159.19 | 0 |
| Barrel of Retsina | 36.79 | -0 |
| Pot of yoghurt | 85.17 | -0 |
| Cow's milk cheese | 77.07 | 0 |
| Goat's milk cheese | 85.06 | 2.5 |
| Ewe's milk cheese | 52.26 | 0 |
| Anjou wine | 50.88 | -0 |
| Ewe carcass | 15.03 | 0 |
| Mast | 456.7 | 0 |
| Small sail | 215.71 | 0 |
| Large sail | 838.79 | 0 |
| Tumbler of pulque | N/A | N/A |
| Jar of pulque | N/A | N/A |