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17/05/1474 Eleição para o Conselho de Condado de Coimbra: LVX recolhe a maioria absoluta dos assentos.

LISBOA (KAP) - A lista Legio VictriX obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado de Coimbra, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha.

Distribuição dos votos:

1. "Legio VictriX" (LVX) : 100%

A distribuição proporcional dos assentos no conselho, em função dos votos, é feita da seguinte forma:

1 : .selene (LVX)
2 : Rubya (LVX)
3 : Lory81 (LVX)
4 : Mrsgod (LVX)
5 : Creattiva (LVX)
6 : Bads (LVX)
7 : Emma_vittoria (LVX)
8 : Auroraaa__ (LVX)
9 : Ninjagblack (LVX)
10 : Seriana (LVX)
11 : Tettoschi (LVX)
12 : Jblinhas (LVX)

Os novos membros do Conselho reconhecerão o novo Conde dentro de dois dias. O Conde, por sua vez, deverá prestar suas homenagens ao Monarca de Portugal e nomear os conselheiros para os seus novos cargos.

13/05/1474 Editorial: A calma que precede a tempestade



Coimbra (KAP)

Há silêncios que parecem paz. Outros parecem medo. E há ainda aqueles, mais perigosos, que não parecem coisa nenhuma, porque ninguém sabe já se o Reino está a respirar devagar ou se simplesmente se esqueceu de respirar.

Desde o discurso de SMR José Pacheco, no passado dia 8 de abril, a Praça Pública de Portugal tornou-se uma coisa estranha. Não é bem uma praça; é mais um largo com memória. Ali, onde antes se juntavam vozes, acusações, respostas, risos, insultos, ameaças finas, sermões grossos e aquela velha mania portuguesa de discutir até a sombra das palavras, agora quase nada se ouve. Não se vê ninguém pelas ruas. Não se vê quem comente. Não se vê quem conteste. Não se vê quem pergunte. E quando um Reino inteiro deixa de perguntar, convém não aplaudir demasiado depressa.

Portugal sempre foi pequeno em pedra e enorme em ruído. Uma frase lançada na Praça Pública bastava para trazer meio Reino à janela. Um decreto mal escrito acordava nobres, plebeus, escribas, soldados, viúvas, primos e inimigos que juravam não se importar. Havia quem falasse de leis sem as ler, quem lesse leis sem as entender, e quem as entendesse apenas para as torcer melhor. Mas havia vida. Desordenada, venenosa, teatral, sim. Vida, ainda assim. Hoje, o que há é chão.

O Real Paço da Ribeira também não ajuda a dissipar a sensação. Depois do grande discurso do dia 8, esperava-se movimento, ou pelo menos sombra de movimento. Um Reino em guerra costuma produzir passos, portas abertas, mensageiros a entrar e sair, ministros fingindo pressa, conselheiros perdidos em pergaminhos, servidores a carregar tinta como se carregassem destino. Mas o Paço parece ter aprendido a arte de parecer fechado mesmo quando devia estar aberto.

Na Corte dos Nobres, que ainda costumava dar algum sinal de vida, não se vê verdadeiro movimento desde finais de março. Pior ainda nas Cortes Gerais. Ali, onde a Carta Magna coloca a união das vozes do povo, da nobreza e do clero, não se vê movimento desde o verão passado. O Tribunal Régio não fica atrás. Também ali o verão passado parece ter sido a última vela acesa com alguma convicção. E depois há a Real Chancelaria ou melhor, há o edifício, o nome, a poeira e a paciência dos que ainda fingem que aquilo existe. Dois anos sem que se veja sequer uma luz acesa.

Enquanto isso, lá fora, as penas continuam a trabalhar. Agora foi Valência quem falou. No comunicado assinado no Palácio Real de Valência, no décimo segundo dia do quinto mês de 1474, o Rei Socrate De La Rojas reafirmou a posição da Coroa Valenciana sobre a guerra que consome Portugal. Recordou o ataque da O.N.E. aos portos valencianos em outubro passado, falou da expulsão dos Semper Fidelis, confirmou a ativação do Artigo V da Liga Ibérica por Castela e Leão, e declarou que Valência mantém há meses contactos constantes com a Coroa Portuguesa e com o Condado de Lisboa, a quem prestou apoio estratégico, logístico e de inteligência.

Disse ainda que os seus exércitos marcham agora com os aliados da Liga Ibérica e da Coroa de França, e chamou o povo valenciano a preparar-se para o que descreve como apenas o começo. É curioso. Valência fala da guerra portuguesa com mais detalhe do que Portugal. Valência explica contactos, apoios, inteligência, logística, alianças, preparação produtiva, esforço militar e deveres futuros. A França fala. Castela fala. Aragão fala. A Catalunha fala. Valência fala. E em Portugal, onde a guerra entra pelas portas, pelas estradas, pelos portos e pelas feridas, a Praça Pública continua vazia.

Não se sabe, é verdade, se esta é a calma que precede a tempestade. Talvez os generais estejam a reagrupar. Talvez as tropas estejam a deslocar-se sem ruído. Talvez os exércitos estejam a lamber feridas, contar homens, coser carne, remendar botas e esperar a próxima ordem. Talvez o silêncio militar seja estratégia, e não abandono. Talvez alguém diga que, em tempos de guerra, nem tudo deve ser público. Naturalmente, ninguém pediria ao Rei que desenhasse os movimentos de tropas na parede da taberna.

Talvez amanhã se descubra que era tudo preparação. Que os generais se moviam, que os mensageiros corriam, que os ministros decidiam, que as Cortes respiravam por alguma fresta secreta. Portugal tornou-se um Reino cheio de talvezes, mas o silêncio político é outra coisa, e nenhum Reino deve habituar-se a governar às escuras.

Porque quando um aliado estrangeiro anuncia que há meses mantém contactos com a Coroa Portuguesa e com Lisboa, e ainda assim o Reino nada sabe pela boca das suas próprias instituições, o problema já não é apenas silêncio. É substituição. Outros contam por nós aquilo que os nossos deviam explicar. Outros dão forma pública ao que aqui fica fechado.

Não sei se é a calma que precede a tempestade. Sei apenas que Portugal nunca ouviu tanto silêncio.

Brigal para a KAP de PORTUGAL.


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27/04/1474 Editorial: O Rei ficou no dia oito



Coimbra (KAP)

Alguns silêncios descansam. Alguns silêncios esperam. E depois há o silêncio do Paço da Ribeira, que tem o estranho talento de chegar depois dos acontecimentos e ainda assim tentar parecer prudência.

Desde o editorial de 9 de abril, a guerra não parou para respeitar o discurso régio. O mapa mexeu-se, os aliados falaram, os soldados partiram, os comandos mudaram, as estradas mudaram de mãos, e o Rei de Portugal voltou àquilo que melhor sabe fazer quando a realidade se torna incómoda: permitiu que outros escrevessem no seu lugar.

No terreno, a primeira resposta ao grande pergaminho de 8 de abril veio da Guarda e do Crato. Por duas vezes, os exércitos da O.N.E. avançaram da Guarda em direção ao Crato. Por duas vezes, as forças francesas ali presentes, lideradas por Miramaz, antigo Grande Almirante de França, e por Mogi, recuaram. Não uma vez, o que poderia sempre ser chamado de cautela por quem gosta de polir as palavras. Duas vezes. E quando a retirada se repete, deixa de ser apenas prudência militar. Torna-se uma sentença escrita no chão.

A tentativa vinda de Osma também não correu muito melhor. Uma força comandada por Nessia, antiga Marechal de França, sob bandeira castelhana, tentou avançar em direção ao Crato. Foi detida. Depois perseguida. Depois obrigada a fugir. Alguns precisam de longos tratados para compreender o estado de uma guerra. Eu, por vezes, contento-me com esta imagem: uma antiga Marechal francesa, vestida de Castela, a tentar entrar por Portugal e a sair mais depressa do que entrou.

Entretanto, a Guarda foi recuperada pelos exércitos da O.N.E. e encontra-se agora sob o Condado de Coimbra. Viseu foi declarada cidade livre por Coimbra, mas talvez o facto mais importante destes dias não esteja nas pedras da Guarda, nem às portas do Crato, nem no estatuto de Viseu. Está nos homens que começaram a partir.

As forças francesas na região estão a desfazer-se por dentro. Diz-se que cerca de vinte e cinco soldados franceses tomaram o caminho de casa, tanto da força estacionada em Valladolid como da força presente no Condado de Lisboa. Chamem-lhe deserção, chamem-lhe cansaço, chamem-lhe a fadiga de uma cruzada que parecia eterna no pergaminho e pesa muito na estrada. O nome importa menos do que o movimento. Quando os soldados partem em número suficiente para serem notados, a guerra não começa apenas a perder terreno. Começa a perder crença.

E quando uma guerra começa a perder crença, aparecem comunicados. França publicou um novo apelo aos seus voluntários em Portugal. O Condestável Wayllander de Leffe-Miras agradeceu-lhes os sacrifícios, falou dos feridos, prometeu que a Coroa não abandonaria as suas forças e anunciou reforços. Até aqui, nada surpreendente. Todos os reinos gostam de prometer que a muralha ainda está de pé precisamente no momento em que a luz começa a aparecer entre as pedras.

A parte reveladora veio depois: falou de um “vazio operacional” causado pela retirada súbita do seu antecessor, e a coordenação temporária das forças francesas na frente portuguesa foi confiada ao General White de Tiallaz. Estas palavras não devem ser passadas por alto. “Vazio operacional” não é a música da vitória. “Retirada súbita” não é uma marcha triunfal. “Chegam reforços” não se escreve quando o que existe é suficiente. E “a Coroa não abandonará as suas forças” só precisa de ser dito quando alguém, algures, começou a temer exatamente isso.

A linguagem francesa também se tornou febril. Já não fala apenas de ajudar Lisboa ou de combater uma força inimiga. Fala de uma cruzada contra o mal, de animais sem Deus nem alma, de ratos encurralados atrás de muralhas. Paris, naturalmente, escreve como Paris quer. Mas Portugal deve reparar no detalhe: quanto mais outros reinos transformam a nossa guerra num sermão universal, menos português se torna o seu centro. E quanto mais o Rei de Portugal permanece em silêncio, mais fácil se torna para os aliados explicarem Portugal em voz alta.

Aragão também se juntou ao coro. A 14 de abril, reconheceu a declaração de estado de guerra de Castela e Leão, a invocação do Artigo Cinco da Liga Ibérica, o apelo às hostes, a preparação de recursos e a mobilização de voluntários. A 17 de abril, a Coroa aragonesa voltou à pena, desta vez com mais forma e mais peso: chamou os seus nobres ao Auxilium, ofereceu ajuda económica e declarou-se pronta a colaborar na manutenção do prestígio e da força dos exércitos aliados. A frase subjacente é simples: se um membro da Liga Ibérica é tocado, a Liga responde unida.

Muito bem. Castela falou. A Catalunha falou. França falou. Aragão falou duas vezes. Até o vazio operacional francês encontrou um nome e um substituto. E o Rei de Portugal? Nada. Nenhuma nova declaração. Nenhum esclarecimento ao Reino. O Rei ficou no dia oito. Talvez o palácio esteja à espera de um momento melhor. Talvez espere pelo próximo comunicado francês que chame vitória à retirada, pelo próximo selo aragonês que chame ordem à confusão, pelo próximo juramento castelhano que chame defesa à dependência, pela próxima palavra grande que esconda a próxima pequena perda. É uma técnica antiga: deixar a poeira assentar e depois fingir que a poeira era o plano. Mas o Reino já viu poeira a mais.

Pacheco queria ser o Rei da resistência. Neste abril, começa a parecer apenas o Rei que observa a resistência dos outros, a retirada dos outros, a escrita dos outros, os reforços dos outros, os medos dos outros e as deserções dos outros. Com uma diferença: os outros movem-se, mas Portugal paga o mapa. Não é preciso repetir o passado para compreender o presente. Desde 9 de abril, o que aconteceu basta. O Crato respondeu. Osma respondeu. A Guarda respondeu. Viseu respondeu. Paris respondeu. Aragão respondeu. Até os soldados franceses responderam, alguns com os pés virados para casa. Só o Rei de Portugal continua sem resposta.

Brigal para a KAP de PORTUGAL.


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27/04/1474 Eleição para o Conselho de Condado de Lisboa: PLU recolhe a maioria absoluta dos assentos.

LISBOA (KAP) - A lista Partido Lisboa Unida obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado de Lisboa, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha.

Distribuição dos votos:

1. "Partido Lisboa Unida" (PLU) : 100%

A distribuição proporcional dos assentos no conselho, em função dos votos, é feita da seguinte forma:

1 : Zeramando (PLU)
2 : Sophia_astrid (PLU)
3 : Selinaa (PLU)
4 : Priscilaherculano (PLU)
5 : Pedro_carvalho (PLU)
6 : Mamask (PLU)
7 : Candida (PLU)
8 : Esther. (PLU)
9 : Gregorio_fernandez (PLU)
10 : Cleopatra.crawlyn (PLU)
11 : Kokkas (PLU)
12 : Cremonesi (PLU)

Os novos membros do Conselho reconhecerão o novo Conde dentro de dois dias. O Conde, por sua vez, deverá prestar suas homenagens ao Monarca de Portugal e nomear os conselheiros para os seus novos cargos.

18/04/1474 Eleição para o Conselho de Condado do Porto: IN recolhe a maioria absoluta dos assentos.

LISBOA (KAP) - A lista Independentes do Norte obtém mais votos na eleição para o Conselho de Condado do Porto, obtendo a maioria absoluta dos assentos. Deste modo, poderá governar sozinha.

Distribuição dos votos:

1. "Independentes do Norte" (IN) : 100%

A distribuição proporcional dos assentos no conselho, em função dos votos, é feita da seguinte forma:

1 : Vivian (IN)
2 : Lucio.de.la.torre (IN)
3 : Balyan (IN)
4 : Missmoon (IN)
5 : Lyssah (IN)
6 : Lil.li (IN)
7 : Jack_rackham (IN)
8 : Chok0 (IN)
9 : Malvino (IN)
10 : Izak (IN)
11 : Tinno (IN)
12 : Soffya. (IN)

Os novos membros do Conselho reconhecerão o novo Conde dentro de dois dias. O Conde, por sua vez, deverá prestar suas homenagens ao Monarca de Portugal e nomear os conselheiros para os seus novos cargos.

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Cours

Product Price Variation
Loaf of bread 4.56 -0.28
Fruit 9.92 0
Bag of corn 3.7 0.87
Bottle of milk 9.48 0.11
Fish 20.26 0.06
Piece of meat 12.25 0.13
Bag of wheat 10.89 -0
Bag of flour 12.88 1.64
Hundredweight of cow 20.53 0.33
Ton of stone 10.44 -0
Half-hundredweight of pig 15.41 0.05
Ball of wool 10.86 -0.14
Hide 16.32 -0.06
Coat 49.5 0
Vegetable 9.38 -0.18
Wood bushel 4.19 0.08
Small ladder 20.18 0
Large ladder 68.02 0
Oar 20 -0
Hull 36.49 0
Shaft 8.16 -0.14
Boat 99.33 0.63
Stone 18.32 -0.11
Axe 150.74 0
Ploughshare 38.44 0
Hoe 30 0
Ounce of iron ore 11.52 0.2
Unhooped bucket 21.88 0
Bucket 37.73 0
Knife 17.89 0
Ounce of steel 49.04 -0.06
Unforged axe blade 53.91 0
Axe blade 116.44 0
Blunted axe 127.79 -2.51
Hat 53.38 0.08
Man's shirt 119.57 0.12
Woman's shirt 121.14 0
Waistcoat 141.4 0
Pair of trousers 74.61 -0.09
Mantle 257.82 0
Dress 265.04 -0.2
Man's hose 45.63 -0
Woman's hose 44.32 0
Pair of shoes 27.53 -0.01
Pair of boots 86.57 0
Belt 45.2 -0
Barrel 12.02 0
Pint of beer 0.82 0
Barrel of beer 66.51 2.5
Bottle of wine 1.66 0
Barrel of wine N/A N/A
Bag of hops 19.34 0
Bag of malt 10 0
Sword blade 101.19 0
Unsharpened sword 169.69 0
Sword 146.48 -0.07
Shield 36.91 0
Playing cards 73.55 -0
Cloak 180.72 0
Collar 68.35 -0.06
Skirt 135.35 0
Tunic 222.36 0
Overalls 115.73 0
Corset 117.2 0
Rope belt 53.86 0
Headscarf 60.73 0
Helmet 164.91 0
Toque 48.61 0
Headdress 79.65 0
Poulaine 64.02 0
Cod 11.36 0
Conger eel 12.81 0
Sea bream 18.31 0
Herring 17.43 0
Whiting 17.42 0
Skate 12.16 0
Sole 18.11 0
Tuna 12.51 0
Turbot 18.02 0
Red mullet 16.53 0
Mullet 12.47 -0
Scorpionfish 20.5 0
Salmon 16.51 0
Arctic char 12 0
Grayling 14.77 0
Pike 17.6 0
Catfish N/A N/A
Eel 15.09 0
Carp 17.98 0.03
Gudgeon 17.68 -0.04
Trout 17.51 0
Pound of olives 13.38 0
Pound of grapes 9.18 0
Sack of barley 10.67 0
Half-hundred weight of goat carcasses 18.99 0
Bottle of goat's milk 12.81 0
Tapestry 143.6 0
Bottle of olive oil 121.94 -0
Jar of agave nectar N/A N/A
Bushel of salt 19.89 0
Bar of clay 3.43 -0
Cask of Scotch whisky 93.32 -0
Cask of Irish whiskey 131.27 0
Bottle of ewe's milk 10.57 0
Majolica vase 10 0
Porcelain plate N/A N/A
Ceramic tile N/A N/A
Parma ham 84.97 0
Bayonne ham 34.65 -0
Iberian ham 70.28 0
Black Forest ham 54.72 0
Barrel of cider 51.16 0
Bourgogne wine 76.22 0
Bordeaux wine 60.89 0.31
Champagne wine 141.21 -5.25
Toscana wine 33.69 0
Barrel of porto wine 87.44 0
Barrel of Tokaji 163.71 0
Rioja wine 159.19 0
Barrel of Retsina 36.79 -0
Pot of yoghurt 85.17 -0
Cow's milk cheese 77.07 0
Goat's milk cheese 85.06 2.5
Ewe's milk cheese 52.26 0
Anjou wine 50.88 -0
Ewe carcass 15.03 0
Mast 456.7 0
Small sail 215.71 0
Large sail 838.79 0
Tumbler of pulque N/A N/A
Jar of pulque N/A N/A