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07/07/1474 Direito de Resposta de José Manuel Cruzes




Lisboa (KAP)

Na sequência da matéria "Brigal no banco dos réus", publicada pela KAP Portugal, esta redação recebeu pedido de Direito de Resposta subscrito por José Manuel Cruzes [Zemanuel], Capitão do Condado de Coimbra recém reconquistado.

A reportagem em causa tratou do processo movido contra Brigal, antigo Reitor da Universidade de Coimbra e cronista político desta casa, acusado pela Procuradoria Pública do Condado de Coimbra de Abuso de Autoridade. A matéria registrou os principais argumentos da acusação e da defesa, mencionou a repercussão internacional do caso e assinalou que, diante do contexto político de Coimbra, o processo passou a ser observado também como questão sensível para a liberdade de imprensa e para o tratamento dispensado a cronistas, jornalistas e opositores políticos.

Por entender que o Conselho que pertence foi diretamente atingido pelas interpretações e premissas apresentadas na matéria, José Manuel Cruzes solicitou a publicação de resposta. A KAP Portugal reconhece a possibilidade de exercício do direito de resposta quando pessoa, autoridade ou parte interessada se considere atingida por matéria jornalística publicada por esta casa, sem que a publicação da resposta implique retratação automática, juízo de procedência sobre o seu conteúdo ou renúncia à independência editorial da redação.

Nos termos desse compromisso com o contraditório público, segue, na íntegra, o texto encaminhado por José Manuel Cruzes.

Direito de Resposta


Ao ler a entrevista publicada hoje, dia 06 de Julho de 1474, na KAP sobre o processo movido contra Dom Brigal, sou surpreendido pela ideia que ele tem ou transmitiu, que o dito processo seria uma perseguição politica, "sobretudo pelo contexto de forte polarização política em que ocorre" (sic). Digam-me uma coisa, onde andou essa preocupação jornalística pela perseguição política quando os povos dos condados de Coimbra e Porto eram perseguidos pela ONE? Condenados à morte ou à prisão durante dez dias sem acusação formada, sem provas concretas, apenas porque faltavam quinze dias para a eleição do novo governo e a ONE e seus aliados temia que o povo os destronasse pela via da eleição honesta? Aí já não havia perseguição? Porquê? Porque convinha ao poderio instalado, a quem o reitor estava confortavelmente instalado?

Pois é, nem um pio. Nem da parte do jornalista Brigal, nem da parte do reitor Brigal que via docentes e discentes abandonarem a UC sem questionar o que se passava. Por muito distraído que uma pessoa seja, chega a um ponto em que deixa de se perguntar se está na altura de mudar de perfume ou se há mais alguma coisa a motivar a saída das pessoas de uma instituição que sempre esteve cheia até à boca.

Ainda por cima diz que não foram apresentadas provas, quando na verdade as próprias pautas foram apresentadas no julgamento em curso, e que a Duquesa de Vera Cruz, sendo ela própria professora e uma das mais antigas alunas, o testemunhou. Desvaloriza o depoimento de uma pessoa porque nunca a viu frequentar a UC, como é o caso do Prefeito de Aveiro? Torna-se ridículo porque nos últimos meses, só o Reitor Brigal e pouco mais é que frequentava a UC. Ou seja, foram mais os que se recusaram a trabalhar com ele, do que com qualquer outro reitor na historia recente da Universidade.

Mas para o caso de estarem preocupados com o testemunho do prefeito de Aveiro, sim, ele é aluno da UC. Ficou foi à espera de aulas que fossem de acordo com os seus interesses, e não com os do reitor Brigal.

Todos nós sabemos que a lei foi abolida durante o reinado da One, e que qualquer pessoa com dois dedos de testa e que não tivesse os lábios colados aos independentistas para ver se tinham ouro tentaria chegar à comunidade académica. Mas então, e porque ninguém nega a forma como o reitor foi eleito ou empossado, como queiram chamar-lhe, porque motivo não parou com as eleições mal a lei foi abolida, e só se lembrou disso quando começou a perceber que conseguia a fantástica proeza de ser menos respeitado do que os invasores?

Ou a arrogância o cegou, ou é iludido. Continua a invocar a Artigo 26 da Lei Condal n.º 016/1468, que foi abolido pelo Conde Dom Darkfangs.

Achar que o processo de Brigal se trata de perseguição política é, na sua essência, falso, calunioso e completamente ridículo, fruto de uma imaginação hiperactiva e que se valoriza bastante mais do que valoriza os restantes membros do condado, leitores incluídos. Brigal, seja ele reitor ou jornalista, parece achar que está acima do comum dos mortais. Aqueles que durante meses foram perseguidos e mortos, para ele não interessa. Aqueles que tentaram fazer o seu ofício honestamente e vender mercadorias de cidade em cidade, para ele não existe. Para ele só existe a sua queda da cadeira. O curioso e que se esqueceu de mencionar é que ainda tentou reabrir a universidade já depois da chegada dos exércitos leais à coroa, e quando não conseguiu escondeu-se num retiro ignominioso, sendo visto todos os dias à janela logo após o cantar do galo, para ver se os mares estavam calmos. E só ressurgiu quando os soldados o encaminharam para as salas do tribunal.

O que é vergonhoso nesta actuação, não é o processo político; é a atitude do jornalista/reitor que se esconde atrás de sombras e letras, que durante mais de um ano perseguiu o povo leal à coroa, e que agora se arma em virgem ofendida porque a sua própria integridade foi posta em falso.

Realmente, algo cheira muito mal em Coimbra - mas esse algo é apenas o cantar de um cisne depenado, que se julgava substancialmente mais importante do que realmente é.

Grato pela oportunidade
José Manuel Cruzes


A KAP Portugal registra a manifestação acima como Direito de Resposta do interessado, preservando-lhe o teor, a forma e a responsabilidade autoral. A publicação não altera o conteúdo da matéria original, nem constitui juízo definitivo desta redação sobre o processo em curso, cuja apreciação pertence ao Tribunal competente.

Esta casa reafirma o seu compromisso com o contraditório, com o registro plural dos acontecimentos públicos e com a distinção necessária entre notícia, opinião, acusação, defesa e decisão judicial.

Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL.


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Cours

Product Price Variation
Loaf of bread 4.48 -0.67
Fruit 9.19 0.56
Bag of corn 2.89 -0.01
Bottle of milk 7.96 0
Fish 10.3 -1.55
Piece of meat 18.19 2.42
Bag of wheat 10.34 0.04
Bag of flour 11.23 0.38
Hundredweight of cow 22.29 1.84
Ton of stone 13.82 0
Half-hundredweight of pig 14.4 0
Ball of wool 7.31 -0.38
Hide 14.3 0
Coat N/A N/A
Vegetable 6.93 0.99
Wood bushel 3.94 -0.57
Small ladder 22.5 0
Large ladder 63.75 4.88
Oar 30 0
Hull 28.04 0
Shaft 8 1.25
Boat 82.5 0
Stone 14.39 1.08
Axe 143 -2.5
Ploughshare N/A N/A
Hoe N/A N/A
Ounce of iron ore 17.81 -0.08
Unhooped bucket 22.75 0
Bucket 32.25 -0.25
Knife 12.71 0
Ounce of steel 58 0
Unforged axe blade 70 0
Axe blade 123.13 0
Blunted axe 140.13 0
Hat 47.56 0
Man's shirt 107.2 5.08
Woman's shirt 83.44 0
Waistcoat 139.91 0
Pair of trousers 58.06 0
Mantle 269.98 0
Dress 202.5 0
Man's hose 43 0
Woman's hose 35.62 0
Pair of shoes 21.19 0
Pair of boots 63.75 0
Belt 37.06 0
Barrel 10.15 0
Pint of beer 0.64 0
Barrel of beer 66.29 0
Bottle of wine N/A N/A
Barrel of wine N/A N/A
Bag of hops 13.99 0
Bag of malt N/A N/A
Sword blade 131.56 0
Unsharpened sword 103.13 0
Sword 156.33 0
Shield 35.63 0
Playing cards 63.13 0
Cloak 147.69 0
Collar 57.25 0
Skirt 103.5 0
Tunic 195 0
Overalls 102.44 0
Corset 102.44 0
Rope belt 46 0
Headscarf 53.63 0
Helmet 138.75 0
Toque 47.99 0
Headdress 70.69 0
Poulaine 59.25 0
Cod 17.5 0
Conger eel 11.88 0
Sea bream 15.06 0
Herring 21.34 0
Whiting 18.44 0
Skate 16.38 0
Sole 17.38 0
Tuna 17.69 0
Turbot 18.28 0
Red mullet 18.5 0
Mullet 17.69 0
Scorpionfish N/A N/A
Salmon 18 0
Arctic char N/A N/A
Grayling 17.01 0
Pike 15.43 0
Catfish N/A N/A
Eel 16.81 0
Carp 13.75 0
Gudgeon 17.81 0
Trout 17.94 0
Pound of olives 11.88 0
Pound of grapes 6.61 0.05
Sack of barley 16.88 0
Half-hundred weight of goat carcasses N/A N/A
Bottle of goat's milk 12.81 0
Tapestry 107.19 0
Bottle of olive oil 126.25 0
Jar of agave nectar N/A N/A
Bushel of salt 24.81 0
Bar of clay 2.31 -1
Cask of Scotch whisky 93.75 0
Cask of Irish whiskey 98.75 0
Bottle of ewe's milk 14.07 0
Majolica vase N/A N/A
Porcelain plate N/A N/A
Ceramic tile N/A N/A
Parma ham 92.5 0
Bayonne ham 80.31 0
Iberian ham 79.5 0
Black Forest ham 81.25 0
Barrel of cider 79.06 0
Bourgogne wine 84.38 0
Bordeaux wine 60.63 0
Champagne wine 179.38 0
Toscana wine 75 0
Barrel of porto wine 88.75 0
Barrel of Tokaji 130 0
Rioja wine 108.44 0
Barrel of Retsina 90.63 0
Pot of yoghurt 79.69 0
Cow's milk cheese 75 0
Goat's milk cheese 115 0
Ewe's milk cheese 85.38 0
Anjou wine 40.31 0
Ewe carcass 14.35 0
Mast 434.66 0
Small sail 183.63 0
Large sail 939.58 0
Tumbler of pulque N/A N/A
Jar of pulque N/A N/A