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19/06/1474 Brigadas Internacionais Libertárias: Isto significa ser livre!




Lisboa (KAP)

A guerra em território português entrou, nos últimos dias, em uma fase de reconfiguração acelerada. Após semanas de silêncio oficial e de informações fragmentadas sobre as frentes de combate, a Kingdoms Associated Press recebeu resposta do Quartel-General das Brigadas Internacionais Libertárias - BIL a respeito dos recentes acontecimentos envolvendo Santarém, Chaves, Guarda e a dissolução de exércitos associados à ONE.

A organização afirma falar em seu próprio nome, mas também declara interpretar “as ideias e sentimentos dos aliados” que, nos últimos meses, teriam colocado recursos, homens e esforços à disposição da campanha. Em sua resposta, a BIL agradece nominalmente a franceses, espanhóis em geral, portugueses e demais “homens livres” vindos de diferentes regiões da Europa, além de elogiar o alto comando da aliança e a resistência portuguesa, que, segundo o comunicado, teriam ensinado “o que significa ser gente livre”.

A tomada de Guarda e Chaves é apresentada pela BIL como uma vitória dos “povos livres europeus”, sobretudo por ter rompido a imobilidade que se arrastava havia meses no teatro de guerra. Segundo a organização, as cidades encontradas pelas forças aliadas estavam “no limite, abandonadas e esvaziadas”, imagem usada para reforçar a acusação de que a ONE representa “colonização, exploração e destruição”.

O ponto mais relevante da resposta, contudo, está na explicação sobre Santarém. Segundo a BIL, não haveria mais, neste momento, exército da ONE em solo português. A organização sustenta que o alto comando da aliança, presidido pelo general White, teria decidido explorar as expectativas e os cálculos estratégicos adversários. A ONE, segundo essa leitura, acreditava que a batalha decisiva ocorreria nos bosques ao redor de Santarém e dentro da própria cidade, permitindo-lhe tomar um ponto importante para o controle do sul, concentrar pressão sobre Lisboa e preservar rotas de retorno para feridos e mortos em Chaves e Guarda.

A resposta da BIL afirma que o comando aliado decidiu “deixar Santarém ao inimigo” para que este tomasse a cidade e, no dia seguinte, fosse cercado por exércitos aliados. Ao mesmo tempo, as forças que aguardavam nos bosques para uma eventual emboscada teriam sido deixadas sem o combate que esperavam. A manobra, se confirmada, reforça a interpretação de que Santarém foi temporariamente cedida como parte de uma operação de contenção e desgaste, e não simplesmente perdida por incapacidade defensiva.

A organização resume essa leitura com uma frase de teor estratégico: “As guerras não se decidem apenas no campo de batalha.” A afirmação dialoga com a descrição anteriormente recolhida pela KAP junto a Tuzun Astur & Cottoné, Barón de Baztán y de Salobreña, cidadão de Zaragoza, que relatou o desconcerto inicial de soldados aliados diante da retirada para Lisboa, mas depois interpretou a operação como uma escolha deliberada de sacrificar o orgulho momentâneo para alcançar vantagem maior.

Na visão da BIL, o conflito contra a ONE entrou “oficialmente em uma nova fase estratégica”. A organização interpreta a retirada e a dissolução de exércitos adversários como sinal de “raiva, frustração e resignação”. Ao mesmo tempo, adota cautela ao afirmar que Portugal estaria “livre por enquanto”, advertindo que a ONE ainda “serpenteia” e se infiltra em cortes imperiais e em outros espaços de poder, podendo voltar a atacar.

A resposta também aborda a situação dos prisioneiros em Coimbra, descritos pela BIL como símbolo do conflito. Segundo a organização, os detidos representam o valor e a lógica da ONE, classificada como um mal a ser extirpado. A entidade sugere ainda que a situação dos prisioneiros pode ter contribuído para a resignação das forças adversárias e para o enfraquecimento de sua estratégia recente.

Questionada sobre os rumos da guerra, a BIL afirma que seu objetivo é ajudar Portugal a “reapropriar-se de sua terra”. Em tom duro, defende que nobres considerados corruptos e colaboradores da ONE sejam punidos severamente, e ressalta que a guerra mais ampla contra a organização não se encerrará em território português. A declaração confirma que, para as Brigadas, Portugal é uma frente importante, mas não o limite final do conflito.

A frase escolhida pela BIL para resumir o estado atual da guerra é igualmente significativa: “A liberdade não se troca, não se vende e não se cede; a liberdade é inerente ao homem: se perdida, é conquistada e arrancada por todos os meios necessários.” O comunicado encerra com uma imagem de tom quase alegórico, ao afirmar que, no fim dos contos de fadas, “o ogro sempre paga a conta”.

A resposta confirma, portanto, que as Brigadas Internacionais Libertárias se veem não apenas como força auxiliar, mas como parte ideológica e operacional da ampla coalizão anti-ONE em território português. A organização reivindica participação na virada recente do conflito, interpreta a retomada de Santarém e os avanços em Chaves e Guarda como resultado de planejamento aliado e procura enquadrar a guerra como luta continental entre liberdade e dominação.

Do outro lado, lideranças associadas à ONE vêm sustentando narrativa distinta, segundo a qual as movimentações recentes seriam parte de uma guerra ainda móvel, na qual retiradas, dissoluções e mudanças de posição não indicariam derrota definitiva. A disputa, portanto, segue aberta também no campo discursivo: para a BIL e seus aliados, os últimos dias marcaram uma virada estratégica; para a ONE, o conflito permanece longe de concluído.

Ainda que a ausência de pronunciamentos oficiais portugueses completos recomende prudência, o conjunto das informações disponíveis aponta para uma alteração importante no equilíbrio do conflito. Santarém retornou ao controle de Lisboa; Chaves e Guarda foram apresentadas como vitórias dos aliados; exércitos associados à ONE foram dissolvidos; e a guerra, antes marcada pela pressão sobre Lisboa, parece ter entrado em etapa de contraofensiva.

A KAP continuará acompanhando os acontecimentos, buscando novas manifestações das autoridades portuguesas, das forças aliadas e das lideranças adversárias, a fim de registrar com rigor a evolução de um conflito que já ultrapassou a disputa local e se tornou um dos principais capítulos militares da Europa contemporânea.

Augusto Bibiano d'Avis, para a KAP de PORTUGAL.


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Cours

Product Price Variation
Loaf of bread 4.48 -0.67
Fruit 9.19 0.56
Bag of corn 2.89 -0.01
Bottle of milk 7.96 0
Fish 10.3 -1.55
Piece of meat 18.19 2.42
Bag of wheat 10.34 0.04
Bag of flour 11.23 0.38
Hundredweight of cow 22.29 1.84
Ton of stone 13.82 0
Half-hundredweight of pig 14.4 0
Ball of wool 7.31 -0.38
Hide 14.3 0
Coat N/A N/A
Vegetable 6.93 0.99
Wood bushel 3.94 -0.57
Small ladder 22.5 0
Large ladder 63.75 4.88
Oar 30 0
Hull 28.04 0
Shaft 8 1.25
Boat 82.5 0
Stone 14.39 1.08
Axe 143 -2.5
Ploughshare N/A N/A
Hoe N/A N/A
Ounce of iron ore 17.81 -0.08
Unhooped bucket 22.75 0
Bucket 32.25 -0.25
Knife 12.71 0
Ounce of steel 58 0
Unforged axe blade 70 0
Axe blade 123.13 0
Blunted axe 140.13 0
Hat 47.56 0
Man's shirt 107.2 5.08
Woman's shirt 83.44 0
Waistcoat 139.91 0
Pair of trousers 58.06 0
Mantle 269.98 0
Dress 202.5 0
Man's hose 43 0
Woman's hose 35.62 0
Pair of shoes 21.19 0
Pair of boots 63.75 0
Belt 37.06 0
Barrel 10.15 0
Pint of beer 0.64 0
Barrel of beer 66.29 0
Bottle of wine N/A N/A
Barrel of wine N/A N/A
Bag of hops 13.99 0
Bag of malt N/A N/A
Sword blade 131.56 0
Unsharpened sword 103.13 0
Sword 156.33 0
Shield 35.63 0
Playing cards 63.13 0
Cloak 147.69 0
Collar 57.25 0
Skirt 103.5 0
Tunic 195 0
Overalls 102.44 0
Corset 102.44 0
Rope belt 46 0
Headscarf 53.63 0
Helmet 138.75 0
Toque 47.99 0
Headdress 70.69 0
Poulaine 59.25 0
Cod 17.5 0
Conger eel 11.88 0
Sea bream 15.06 0
Herring 21.34 0
Whiting 18.44 0
Skate 16.38 0
Sole 17.38 0
Tuna 17.69 0
Turbot 18.28 0
Red mullet 18.5 0
Mullet 17.69 0
Scorpionfish N/A N/A
Salmon 18 0
Arctic char N/A N/A
Grayling 17.01 0
Pike 15.43 0
Catfish N/A N/A
Eel 16.81 0
Carp 13.75 0
Gudgeon 17.81 0
Trout 17.94 0
Pound of olives 11.88 0
Pound of grapes 6.61 0.05
Sack of barley 16.88 0
Half-hundred weight of goat carcasses N/A N/A
Bottle of goat's milk 12.81 0
Tapestry 107.19 0
Bottle of olive oil 126.25 0
Jar of agave nectar N/A N/A
Bushel of salt 24.81 0
Bar of clay 2.31 -1
Cask of Scotch whisky 93.75 0
Cask of Irish whiskey 98.75 0
Bottle of ewe's milk 14.07 0
Majolica vase N/A N/A
Porcelain plate N/A N/A
Ceramic tile N/A N/A
Parma ham 92.5 0
Bayonne ham 80.31 0
Iberian ham 79.5 0
Black Forest ham 81.25 0
Barrel of cider 79.06 0
Bourgogne wine 84.38 0
Bordeaux wine 60.63 0
Champagne wine 179.38 0
Toscana wine 75 0
Barrel of porto wine 88.75 0
Barrel of Tokaji 130 0
Rioja wine 108.44 0
Barrel of Retsina 90.63 0
Pot of yoghurt 79.69 0
Cow's milk cheese 75 0
Goat's milk cheese 115 0
Ewe's milk cheese 85.38 0
Anjou wine 40.31 0
Ewe carcass 14.35 0
Mast 434.66 0
Small sail 183.63 0
Large sail 939.58 0
Tumbler of pulque N/A N/A
Jar of pulque N/A N/A